Uma tendência irritante do jornalismo e do comentarismo atuais é ver Donald Trump sempre sob a perspetiva do horror e do ridículo. Trump tem momentos horrorosos e ridículos, mas também os tem sensatos e até louváveis. Seria bom distingui-los. Na questão da Ucrânia, por exemplo, a sua é capaz de ser a melhor proposta disponível. Se Trump é ridículo, qual é a alternativa europeia? Parece ser a de simplesmente insistir numa guerra de atrição, que já dura há três anos e meio, sem fim aparente e em que já morreram um milhão de pessoas. E fazê-lo apenas financiando a Ucrânia, para que continue a combater a Rússia em nome da defesa da Europa, mas sem oferecer um soldado (ou sequer prescindir da importação de petróleo russo), tentando ao mesmo tempo convencer os EUA a ficar, porque nem isto consegue a Europa fazer sozinha.
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As constituições são, entre outras coisas, feitas para durar. Revê-las profundamente pode significar acabar com elas
Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
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