N ão obstante os lugares-comuns sobre a separação entre política e desporto, toda a gente sabe que ela não existe. O momento mais alto do desporto mundial, os Jogos Olímpicos (JO), não podia, evidentemente, ser diferente. A amálgama tem momentos célebres: a consagração do fascismo racista alemão nos JO de Berlim de 1936, frustrada por um extraordinário atleta negro americano; os JO de Moscovo, 1980, e Los Angeles, 1984, boicotados durante a Guerra Fria, respectivamente pelos países ocidentais e socialistas, numa altura em que EUA e URSS coleccionavam tantas ogivas nucleares quantas medalhas. E muito mais.
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