A reacção da Europa à política alfandegária e de defesa americana, que agora lhe vira as costas, é bastante hipócrita. Dá a impressão que europeus e americanos viveram um século de enlevo, assente na partilha dos valores da democracia e do Ocidente, subitamente destruído por Donald Trump. O enlevo é verdadeiro para uma diminuta minoria de europeus. Porque a maioria, no essencial, sempre detestou os EUA. Para a esquerda europeia eles sempre foram a origem de todos os males, e o europeu médio não dispensa uma pequena ideologia instantânea que faz dos americanos uns brutos, incultos e ignorantes, sem a sofisticação, a consciência humanitária e o Estado Social dos europeus.
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Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
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