Até há poucas semanas, a conversa era que o nosso era um governo eleiçoeiro, que só sabia satisfazer corporações e pensionistas, a fim de sacar mais votos. Mas eis que de repente ele desata a reformar, na legislação laboral e na Educação, a juntar ao que já tinha feito na imigração – e prometendo mais para o futuro. Esperar-se-iam discussões sólidas sobre reformas afinal difíceis e pouco eleitoralistas. Mas não. Em vez disso, rebentou uma cacofonia de rezinguice, cuja única “ideia” é defender o que existe: tanta exigência de reformas, e depois ninguém está preparado para elas.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
As constituições são, entre outras coisas, feitas para durar. Revê-las profundamente pode significar acabar com elas
Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos