Já ninguém terá hoje dúvidas de que a acção conjunta de Israel e dos EUA contra o programa nuclear iraniano foi um êxito. Israel responsabilizou-se pela eliminação física dos cientistas e dos guardas revolucionários envolvidos no programa, bem como pela neutralização da defesa antiaérea iraniana, os EUA pela destruição das principais infraestruturas, que apenas a sua tecnologia militar permitia. Mas as métricas aqui são diversas e, em cada uma, o êxito poderá ser visto como maior ou menor.
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Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
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