Esta pré-campanha vai muito cacofónica. Deve ser por causa dos debates televisivos, ou talvez sobretudo do comentarismo infrene subsequente a cada debate. Procissões infindáveis de ‘especialistas’ comentam à taxa de dois debates por dia a exibição dos contendores, dando notas de tipo escolar em várias escalas (0 a 10, 0 a 20, Mau a Excelente). Dá ideia de que estas cabeças falantes desistiram da análise política para só verem a performance, falando uns para os outros em circuito fechado. Vistos de fora, parecem peixinhos de aquário, agitando-se para ali sem ninguém lhes ligar muito.
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Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
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