page view
João Pereira Coutinho

João Pereira Coutinho

Uma casa portuguesa

22 de julho de 2017 às 00:30

O relatório do inquérito à Caixa Geral de Depósitos chumbou porque dois deputados do PS não puseram os pés na sala. Faz sentido: um inquérito de farsa só podia terminar em farsa. Ferro Rodrigues, com o respeito que sempre demonstrou pelo poder judicial, criticou o Ministério Público por fazer o seu trabalho no caso das viagens da Galp.

Falou a título ‘pessoal’, entenda-se: o dr. Ferro, como qualquer funcionário público, entende que ser a segunda figura do Estado só é para cumprir das 9 às 5.

No voto de pesar pela morte de Américo Amorim, o PCP e o Bloco votaram contra. O homem gerou riqueza e empregos? Seja. Mas faltou-lhe o toque genocida – como Fidel, por exemplo – que fica sempre bem em qualquer currículo.

Sim, uma pessoa até pode ter uma paixão teórica pelo parlamentarismo. Mas depois olha para a prata da casa e percebe que essa paixão não é correspondida.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Logo CM

Newsletter - Exclusivos

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Concorrência desleal

Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.

Os homens da mancha

Foi preciso muito detergente, nas revisões posteriores, para limpar estas manchas.

Fome de poder

Basta uma temporada longe do poder para que a desafinação se instale.

Crimes sem castigo

O PS já percebeu que pode esticar a corda sem risco e ameaça ‘rupturas’ dramáticas se não lhe reservarem um lugar no Tribunal Constitucional.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8