O Novo Banco pode custar-nos os olhos da cara. Mas, pelo menos, é melhor que a Netflix: todas as semanas, lá temos mais um capítulo que baralha e volta a dar. Agora, depois de uma entrevista com o presidente do banco, meio país ficou ‘estupefacto’. Porquê? Não entendo. Se António Ramalho afirmou apenas que vai buscar mais dinheiro ao Fundo de Resolução em 2021, está no seu direito.
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Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
Foi preciso muito detergente, nas revisões posteriores, para limpar estas manchas.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
Basta uma temporada longe do poder para que a desafinação se instale.
Pedro Passos Coelho quer reformas – e empurra o governo para os braços do Chega.
O PS já percebeu que pode esticar a corda sem risco e ameaça ‘rupturas’ dramáticas se não lhe reservarem um lugar no Tribunal Constitucional.
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