O Novo Banco pode custar-nos os olhos da cara. Mas, pelo menos, é melhor que a Netflix: todas as semanas, lá temos mais um capítulo que baralha e volta a dar. Agora, depois de uma entrevista com o presidente do banco, meio país ficou ‘estupefacto’. Porquê? Não entendo. Se António Ramalho afirmou apenas que vai buscar mais dinheiro ao Fundo de Resolução em 2021, está no seu direito.
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Passos são, como sempre foram, longos, tormentosos e politicamente incertos.
A ‘geringonça’ salvou a carreira política de António Costa e exportou-o para Bruxelas.
Luís Montenegro segue esta escola. A ministra da Administração Interna, jurista respeitável, desempenhava desde o início um papel que não era o dela.
Já ficava feliz se o governo comunicasse com o país em português de gente.
A fúria da natureza não se verga perante cartões partidários.
Numa democracia madura, as eleições não são um incómodo a gerir, mas um dever a cumprir.
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