Nem todos têm a sorte de viver um momento marcante para a Pátria. Eu tive. Com dezoito anos, estive na multidão que saboreou a História ao vivo e a cores no Largo do Carmo e na Rua António Maria Cardoso. Por vezes, ocorrem-me sentimentos mesquinhos quando ouço quem não esteve lá descrever o que se passou. Mas o 25 de Abril constitui hoje património de todos os portugueses, que usufruem da democracia, da paz e de melhores (ou menos más) condições de vida beneficiando dos três “dês” prometidos pelo MFA. Como constatou António Barreto, o 25 de Abril não ficou por cumprir.
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