Bruno Pereira
Presidente do Sindicato Nacional de Oficiais de PolíciaEste ano começou com mais uma tragédia, seguindo-se ao ido ano que ficou marcado pelo famoso apagão e por um verão especialmente quente, que deixou cicatrizes profundas como já não víamos há quase dez anos. Desta vez vimo-nos assolados por uma tempestade sem igual, das que só costumamos ver na comunicação social e que costuma invadir territórios visados por este tipo de fenómenos da natureza, deixando um lastro de destruição que impressiona. Deixo um voto profundo de pesar a todos os que perderam entes queridos ou viram a sua vida e património serem varridos pela natureza. Estes episódios fazem-nos refletir, mais uma vez, o quão expostos e frágeis somos, e também aqui, a segurança é um bem vital, tal como a segurança das ruas, das escolas ou da saúde pública e das infraestruturas críticas. Em todas elas, as forças de segurança, em particular a PSP, assumem um papel de dianteira, aprontando-se e respondendo com total compromisso e sacrifício. A PSP respondeu e mobilizou imediatamente centenas de polícias para as zonas mais afetadas. É esta fibra de quem veste esta farda azul e é no suor que as encarde que algumas pequenas nódoas sucumbem.
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Forças de segurança respondem com total compromisso.
Esperemos que não volte a haver mais um volte face.
Forças de Segurança magras, enfraquecidas e sem um futuro [risonho] à vista.
Não sabemos quantos profissionais há por cada categoria e isso faz toda a diferença no cálculo médio do salário.
Medida permite aliviar o estrangulamento, mas se não acompanhada com outras não será mais do que um placebo.
Bem que podemos pedir um milagre, mas creio que nem por ser Natal ele chegará.
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