Num futebol tão podre, todos devem ser um pouco mais Claudio Ranieiri, o treinador italiano dos milagres que hoje - se não voltar a ser chamado para salvar mais um clube - pendura novamente a braçadeira e vai para a adiada reforma aos 73 anos. Nem interessa se a sua (nossa) Roma consegue em Turim, à última jornada, o acesso à Champions - Ranieiri saiu de casa em novembro para fazer o milagre de levantar o seu clube de criança desde o 12.º lugar da Serie A. O Olímpico já o agradeceu, há uma semana, com a Curva Sud a dar-nos um dos momentos mais emocionantes que o desporto viu este ano. O lateral que de chuteiras subiu quatro equipas à Serie A, seguiu esse registo de milagreiro nos clubes que treinou: subiu o Cagliari; a Fiorentina (depois venceu lá a Copa de Itália com Rui Costa); fez brilhar o seu 4-4-2 pressionante no Valência; lançou o super-Chelsea que Mourinho [que depois muito o provocou em Itália] concretizou; e teve o seu mais lindo momento em 2015–16, levando o muito improvável Leicester a vencer a Liga inglesa. Claudio Ranieiri termina a carreira como começou, romano, giallorosso, de Testaccio ao Olímpico. Daje*, Claudio. Vence hoje o Torino. *expressão de incentivo romana que se traduz por "vamos!"
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