O homem que desconhece a classe a qual pertence age contra si próprio. A frase é atribuída a Engels, colaborador de Marx. E serve como uma luva às relações cegas de (ou pelo) poder - políticas, profissionais ou sentimentais - que mantêm pessoas submissas e congeladas, incapazes de lutar por direitos e mudanças. Não é, na teoria ingénua, o que procuram as, na moda, ações de liderança/’coaching’. O tal ‘mindset’ de desenvolvimento das patranhas em redes sociais e enchidos de autoajuda das livrarias e matinés de TV. Têm havido, raros mas importantes, exemplos de liderança em que o seu exercício é um privilégio e não direito da posição social ou cargo. E que a humildade não é fraqueza, mas sim confiança em aprender de outros e dos erros - promovendo sucessos coletivos. É esta mentalidade que Luís Montenegro deve assumir. Pegar nas falhas (por soberba) da área da Saúde e Administração Interna e não as repetir. Os portugueses inventaram um método de, aquecendo o gargalo para o partir ao arrefecer, abrir as garrafas de vinho sem que fragmentos de cortiça velha o contaminem. É altura de deitar fora algumas rolhas estragadas e abraçar novo ‘mindset’.
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