Quem passa pelo Ministério da Administração Interna transforma-se num Chernobyl - passarão anos até alguém lhes tocar. O próprio José Luís Carneiro sofrerá da forma ligeira da infeção, porque ao contrário de outros soube comunicar. Algo que os casting da AD falharam, porque capacidade intelectual não chega para um ministério onde tem de se estar sempre preparado e com os dossiers na ponta da língua. Após a tragédia Blasco, Maria Lúcia Amaral ardeu esta semana como um fósforo. Num dia em que os fogos afligiam, mas a léguas do que se passou de 15 de setembro de 2024 em diante (para não ir mais longe), o discurso titubeante, do género 'não me perguntem nada' e 'vim cá aprender, mas ainda assim digo asneira', foi tudo o que o País não precisava. O que se percebeu foi um 'falhámos, paciência, agora safem-se'. Perder o cidadão, é perder esta guerra. O cidadão é a peça-chave: enquanto não estiver informado e formado, viveremos em loop os incêndios. E aqui morre também quem acha que, para noticiar a lúgubre sina lusa, o lugar dos jornalistas é o de pé de microfone nos centros de comando (onde a comunicação é ao nível dos aprendizes de Goebbels) e não a exibir no género jornalístico de reportagem o que se passa nas aldeias e montes.
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