Um macaco procura sempre o ramo mais forte.” A frase é de Caesar, líder dos primatas no filme ‘Planeta dos Macacos: A Revolta’ (2014), na voz de Andy Serkis, que também foi Gollum, King Kong e capitão Haddock. O tolerante Caesar fora ferido e deposto por Koba, que só quer guerra, e avisava para a dificuldade de fazer os símios regressarem à fidelidade a si. A Europa também viveu décadas adormecida sob o ramo mais forte dos EUA. Agora, não se pode confiar nesta Administração norte-americana. E nem é só por Trump. Os subordinados são papel químico: beligerantes; ofensivos; e ignorantes. O que J. D. Vance afirmou (ao estilo J. R. Ewing) enterrou a Aliança Atlântica. E Pete Hegseth, o secretário da Defesa que admite reduzir as tropas na Europa para apaziguar Putin, certifica-se como idiota ao exigir que os países europeus da NATO invistam 5% em Defesa, quando os EUA se ficam pelos 3,5% e não se comprometem com mais. Este despudor abre à Europa uma oportunidade: deixar de se agarrar aos EUA e fazer algo por si e para si - fortalecer o seu ramo. Se a Europa dormir durante este alarme, como fez em 2014, arrisca-se a acordar sob outra bandeira. Haja, finalmente, coragem política.
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