A casa editorial da universidade de Oxford escolheu ‘brain rot’ (podridão cerebral) como a palavra do ano 2024. Remete aos efeitos nefastos dos conteúdos da Internet “de baixa qualidade ou valor” e do uso excessivo das redes sociais e do que l á é publicado. Em suma: um declínio da inteligência e intelectualidade. Já o dicionário Merriam-Webster, outro guardião da língua inglesa, elegeu ‘polarização’. Como se sabe, é a “concentração de ideias num polo que se opõe a outro ou outros”. ‘Brain rot’ e ‘polarização’ andam de mão dada. E excelente exemplo foram as reações exageradas à operação policial no Martim Moniz - que 10 dias depois ainda levanta ondas impossíveis de navegar. Pouca gente viu a verdade: uma operação igual a outras. Como disse Ricky Gervais, vivemos os dias em que há pessoas cujo emprego é queixarem-se e ofenderem-se, por tudo e por nada. A esquerda e a direita estão tão polarizadas que acabam por se encontrar nos extremos - e esse extremismo é um problema amplificado nas redes sociais. E quem está ao centro é atacado por ambos, numa hipocrisia de quem não vê ou ouve argumentos. Vence quem mente o suficiente para que a mentira passe a ser verdade.
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