Ter valor não é suficiente. É necessário ter valores. Numa campanha eleitoral sem ideias ou surpresas - incluindo a estratégica saída do PSD do ‘centrão’ para o terreno da direita extremista, assumindo bandeiras como o impreciso binómio imigração/crime, a negação das alterações climáticas, o aborto e a ameaça velada com milícias populares, por caminhos torpes com o propósito de prescindir de Ventura no dia 11 -, também admira (ou não!) a Defesa Nacional estar arredada do discurso e ações políticas, como se não fosse importante apresentar soluções para esta área tão desprezada, com clara culpa para a longa mas nada efetiva governação, na área, de um PS de ouvidos de mercador aos alertas urgentes dos chefes militares da última década. De forma mais flagrante desde há dois anos, com a invasão russa da Ucrânia, o Mundo mudou de uma paz vigilante para a guerra em todos os domínios. Os nossos documentos doutrinários e o sistema de forças mantêm-se inalterados, quando os outros (amigos ou antagonistas) investem e adaptam. Esses outros que nos livrem de azares. Senão lá iríamos, a marchar ao ritmo do apropriado Nem Vem Que não Tem, de garfo para o dia de sopa.
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