Ventura foi ao NOW. Às tantas, inflamado como os matos em chamas, clamou: 25 anos de cadeia para incendiários! O discurso é fácil, quente, soa bem - e é populista. Mais estranho ainda vindo de um jurista brilhante. Ventura sabe que a lei não se faz de impulso, mas de ponderação. Sabe também que, juridicamente, um incendiário não pode ter pena maior que um violador ou um traficante internacional. Mas nas redes, vale o grito. E gritou. De novo.
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Diz-se doente, mas nunca demasiado para dar entrevistas. Renuncia, mas não sem antes atacar a advogada nomeada pelo tribunal.
Tudo fará para anexar a Gronelândia.
Convém não perder de vista o essencial - Ventura saiu vencedor no domingo e o seu objetivo é chegar a primeiro-ministro.
Em Portugal diz-se que é o fado, mas esta degradação do Serviço Nacional de Saúde não é destino, não é azar, nem fatalidade: é política pública.
Agora, se tudo não passar de uma farsa, a sensação de impunidade será ainda mais destruidora.
E, no fim, todos dirão que as sondagens falharam - menos as que acertaram.
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