Correio da Manhã
JornalistaCaudal do Douro subiu e autoridades estão alerta para inundações no Porto e Régua
A subida do caudal no rio Douro está perto de causar inundações na Ribeira, no Porto, e no Peso da Régua, adiantou à Lusa o comandante adjunto da Capitania do Douro, Pedro Cervaens.
Num balanço realizado pelas 23h00, Pedro Cervaens referiu que durante a noite desta terça-feira as cotas do rio Douro aumentaram, devido aos caudais que estão a ser lançados pelas barragens ao longo do rio Douro.
Ativado Plano Distrital da Proteção Civil de Aveiro
A Comissão Distrital de Proteção Civil de Aveiro ativou esta terça-feira, pelas 18h00, o Plano Distrital de Emergência de Proteção Civil devido ao risco de agravamento das situações de cheia/inundação.
Num comunicado divulgado esta noite, o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Aveiro refere que o Plano foi ativado pelas 18:00, após reunião por meios telemáticos da Comissão Distrital de Proteção Civil de Aveiro.
A ativação do plano, segundo a mesma nota, decorre na sequência da "evolução das presentes condições hidrometeorológicas na área geográfica do distrito de Aveiro, com particular ênfase nos municípios da região de Aveiro, existindo o risco de agravamento das situações de cheia/inundação".
Esta medida teve em conta o elevado número de ocorrências relacionadas com a meteorologia adversa em vários concelhos do distrito de Aveiro e a situação hidrológica nas bacias dos rios Águeda e Vouga, para os quais a Agência Portuguesa do Ambiente emitiu alertas para os dias 10, 11 e 13.
Municípios de Soure e Montemor-o-Velho retiram centenas de pessoas de casa
Os municípios de Soure e Montemor-o-Velho vão retirar centenas de pessoas de casa esta noite, face ao risco de inundações nas zonas ribeirinhas do Mondego, em especial na margem esquerda, anunciaram os autarcas daqueles concelhos do Baixo Mondego.
No final de uma reunião, em Coimbra, com responsáveis autárquicos, da Proteção Civil e da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), o presidente da Câmara de Soure, Rui Fernandes, disse aos jornalistas que estima que sejam retiradas 300 a 500 pessoas, e que este número inclui moradores que já saíram voluntariamente das suas casas.
As freguesias onde esta operação de retirada de moradores decorrerá são as de Granja do Ulmeiro, Alfarelos e Figueiró do Campo "que estão diretamente em cima da corda do Mondego", mas também em Samuel e Vinha da Rainha, face às previsões de mau tempo e possibilidade de inundações durante a noite de terça e manhã de quarta-feira.
Rio Mondego com "risco claro" de diques colapsarem, alerta APA
O rio Mondego está com "um risco claro dos diques [margens]" poderem colapsar e provocar inundações face às previsões de forte precipitação, afirmou o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
"Há aqui um risco claro dos diques poderem colapsar. Em nome da precaução, o que é fundamental é retirar pessoas que estão nas áreas de risco", disse Pimenta Machado, que falava numa conferência de imprensa realizada em Coimbra, no final de uma reunião de emergência com autarcas da região e proteção civil local e regional.
Condeixa-a-Nova alerta para risco de inundações urbanas
A Câmara de Condeixa-a-Nova alertou para o risco de inundações urbanas e alertou a população para a retirada de bens das habitações próximas de linhas de águas.
"Devido aÌ previsão de chuva persistente e por vezes forte para o dia de amanhã (quarta-feira), entre as 6h00 e as 18:00, situação que pode provocar o aumento do caudal do rio do Caldeirão e das restantes linhas de água em Condeixa, com possibilidade de ocupação dos leitos de cheia, alerta-se para o risco de inundações urbanas".
A Câmara aconselhou que "bens que se encontram em habitações, garagens ou caves próximas de linhas de água sejam colocados antecipadamente a salvo".
Por isso, recordou a Câmara, mantém-se encerrada a circulação automóvel na Praça da República, na vila de Condeixa-a-Nova".
Nove distritos no Norte e Centro sob aviso laranja de chuva na quarta-feira
Nove distritos do Norte e Centro de Portugal continental vão estar na quarta-feira em aviso laranja devido à previsão de "chuva persistente e por vezes forte", divulgou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Os avisos são válidos entre as 6h00 e 18h00 de quarta-feira para Viseu, Porto, Vila Real, Santarém, Viana do Castelo, Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga.
Bragança, Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Setúbal e Lisboa estão, por sua vez, sob aviso amarelo de chuva, válido até às 18h00 de quarta-feira.
Imagens mostram espaços alagados e infiltrações no IPO de Lisboa
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Risco de derrocada corta IC3 em Penela
O Itinerário Complementar 3 (IC3), no sentido Penela - Condeixa-a-Nova, está cortado ao trânsito por risco de derrocada, anunciou a Câmara de Penela.
Numa nota publicada nas redes sociais, a Câmara de Penela explicou que o "trânsito está proibido entre a rotunda junto aos bombeiros voluntários e o cruzamento para o Espinheiro".
"Informamos que devido a risco de derrocada, o IC3 (entre a rotunda junto aos Bombeiros Voluntários de Penela e o cruzamento para o Espinheiro) encontra-se proibido no sentido Penela-Condeixa. As alternativas serão devidamente sinalizadas".
Proteção Civil com atenção particular no Rio Mondego devido ao risco de inundações
A Proteção Civil registou desde o início do mês 14.084 ocorrências, em consequência das tempestades que assolaram o país, e a atenção foca-se agora principalmente no Rio Mondego, devido ao risco de inundações.
Segundo o comandante nacional de Emergência e Proteção Civil, Mário Silvestre, desde 1 de fevereiro e até às 18h00 de terça-feira foram registadas "14.084 ocorrências", empenhados 48.406 operacionais e 19.478 meios, sendo que "as ocorrências mais significativas" foram "a queda de árvores, o movimento de massa e as inundações".
"Mais uma vez, reforçamos a necessidade, sobretudo relativamente aos movimentos de massa, do cuidado e da análise que todos temos que fazer no nosso dia-a-dia, nos sítios que estão mais sujeitos à forte precipitação que se tem vindo a sentir", acrescentou Mário Silvestre.
O comandante, que falava na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide, concelho de Oeiras, distrito de Lisboa, salientou que "o risco mais significativo de inundações" está agora "no rio Mondego", na região Centro, com as cotas e as afluências bastante elevadas e, portanto, com "um potencial muitíssimo significativo de poder causar inundações".
"Portanto, para as populações que vivem nas imediações do rio e que sabem já, por histórico, que poderá haver inundações, um potencial galgamento das margens e, com isto, influência direta nas suas habitações e nos seus bens, que tomem todas as medidas preventivas para que possam abandonar as suas casas, se assim houver essa necessidade", afirmou.
O rio Tejo, de acordo com Mário Silvestre, está "numa situação mais estável", mas "não deixa de ser um risco" e "de ser preocupante", assim como os rios Sorraia, em Benavente e Coruche, e o Vouga, que na confluência do rio Águeda poderá provocar inundações nesta cidade do distrito de Aveiro, e o Sado.
Com risco de inundação estão também os rios Minho, Coura, Lima, Cávado, Douro e Tâmega, sobretudo na zona de Amarante, bem como no Sousa, Lis, Nabão e Guadiana.
Forças Armadas reforçaram atuação a partir de 30 de janeiro através de contacto direto com municípios
A atuação das Forças Armadas no apoio às populações afetadas pela tempestade Kristin tornou-se "mais robusta" a partir de dia 30 de janeiro através do contacto direto com as autarquias, afirmaram os porta-vozes militares.
Em conferência de imprensa na Academia Militar, concelho de Amadora, Lisboa, a porta-voz do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA), tenente-coronel Susana Pinto, adiantou que os militares estão no terreno desde o dia 28 de janeiro, primeiro dia da tempestade Kristin.
Interrogada sobre os 'timings' para elevar os níveis de prontidão dos militares, a porta-voz salientou que as Forças Armadas "são agentes de proteção civil secundários" e o primeiro pedido de apoio que receberam da Proteção Civil foi no dia 28 às 9h00, tendo respondido às 13h00 do próprio dia.
No dia 29 de janeiro, às 10h30, foi implementado o estado de prontidão "azul", que implica uma resposta de 24 horas.
De acordo com a tenente-coronel, como os militares não são agentes primários no sistema de Proteção Civil, não está previsto que tenham que elevar a prontidão assim que "é decretado o novo estado de alerta".
Águeda alerta para possível aumento significativo dos caudais na quarta-feira
A Câmara de Águeda, no distrito de Aveiro, alertou hoje para um possível aumento significativo dos caudais a partir das 06:00, apelando à população para estar atenta a subidas rápidas do nível da água nas zonas ribeirinhas.
Numa nota publicada na sua página na rede social Facebook, o município alerta para um aumento significativo dos caudais dos rios previsto para quarta-feira, agravado pelas descargas da Barragem de Ribeiradio.
"Informamos que, apesar de a água estar atualmente a baixar --- tendência que deverá manter-se até cerca das 6:00 --- prevê-se que volte a subir posteriormente", refere uma nota publicada na página do município na rede social Facebook.
Esta situação, segundo a autarquia, poderá provocar subidas rápidas do nível da água nas zonas ribeirinhas.
A Câmara apela à população, especialmente a quem vive em zonas próximas de rios, ribeiras e áreas instáveis, para adotar todas as medidas de precaução necessárias e mantenha vigilância permanente.
Pede-se ainda cuidados redobrados na estrada, devido a possíveis vias cortadas, estradas com buracos que são impossíveis de reparar nesta altura, pisos escorregadios, árvores caídas e acumulação de água.
Lusa
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Região do Oeste com 92 desalojados e 198 deslocados
O número de desalojados na região Oeste devido ao mau tempo subiu esta terça-feira para 92, com os deslizamentos de terras a revelarem-se as situações mais preocupantes, segundo a Proteção Civil.
"O deslizamento de terras e a falta de água, nomeadamente nos municípios de Sobral Monte Agraço e Arruda dos Vinhos, são as situações mais preocupantes", disse à agência Lusa o comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Oeste, Carlos Silva.
Os deslizamentos de terras, que provocaram cortes de estradas e danificaram várias casas, estiveram hoje a ser avaliados "por equipas do departamento de geotecnia do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), para tentar perceber quais são as medidas que devem ser tomadas por parte de cada um destes municípios", adiantou.
Lusa
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Deslizamento de terras deixou casal desalojado em Sever do Vouga
Um deslizamento de terras destruiu esta terça-feira parcialmente uma casa em Sever do Vouga, no distrito de Aveiro, deixando desalojado um casal, informou a autarquia.
"Foi um deslizamento de terras em Vila Seca, Rocas do Vouga, que desalojou um casal", disse à Lusa o presidente da Câmara, Pedro Lobo, adiantando que a derrocada causou danos no telhado da habitação, que ficou sem condições de habitabilidade.
O autarca esclareceu que o casal vai passar a próxima noite numa residencial e na quarta-feira será realojado num apartamento da Câmara que existe para estas situações.
O concelho registou durante o dia várias ocorrências relacionadas com derrocadas e quedas de árvores.
"Temos várias estradas neste momento com danos muito grandes que precisam de ser completamente refeitas e temos sobretudo quedas de muros e deslizamento de terras", referiu o autarca.
Uma das situações mais grave é a Estrada Nacional 16 que está interdita entre a Ponte do Abade (Pessegueiro) e a rotunda do Carvoeiro.
Lusa
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Proteção Civil com atenção particular no Rio Mondego devido ao risco de inundações
A Proteção Civil registou desde o início do mês 14.084 ocorrências, em consequência das tempestades que assolaram o país, e a atenção foca-se agora principalmente no Rio Mondego, devido ao risco de inundações.
Segundo o comandante nacional de Emergência e Proteção Civil, Mário Silvestre, desde 01 de fevereiro e até às 18:00 de hoje foram registadas "14.084 ocorrências", empenhados 48.406 operacionais e 19.478 meios, sendo que "as ocorrências mais significativas" foram "a queda de árvores, o movimento de massa e as inundações".
"Mais uma vez, reforçamos a necessidade, sobretudo relativamente aos movimentos de massa, do cuidado e da análise que todos temos que fazer no nosso dia-a-dia, nos sítios que estão mais sujeitos à forte precipitação que se tem vindo a sentir", acrescentou Mário Silvestre.
O comandante, que falava na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide, concelho de Oeiras, distrito de Lisboa, salientou que "o risco mais significativo de inundações" está agora "no Rio Mondego", na região Centro, com as cotas e as afluências bastante elevadas e, portanto, com "um potencial muitíssimo significativo de poder causar inundações".
Lusa
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Forças Armadas justificam conferência de imprensa com observações de Marcelo
A porta-voz das Forças Armadas justificou hoje a necessidade de uma conferência de imprensa sobre o apoio militar às populações afetadas pelas tempestades com declarações do Presidente da República de que houve "falhas de comunicação" por parte dos militares.
"Estamos a ir ao encontro das ordens do comandante Supremo das Forças Armadas e, portanto, estamos a aumentar os nossos momentos para esclarecer tudo o que for necessário esclarecer e transmitir as mensagens de confiança e tranquilidade", defendeu a tenente-coronel Susana Pinto.
A militar falava durante a primeira conferência de imprensa organizada pelas Forças Armadas, na Academia Militar, concelho da Amadora, distrito de Lisboa, com a presença dos porta-vozes dos três ramos, com o objetivo de fazer um ponto de situação dos apoios prestados pelos militares após as tempestades que têm assolado o país.
No passado dia 06, o Presidente da República e comandante Supremo das Forças Armadas contestou que as Forças Armadas tenham chegado muito tarde ao terreno depois da tempestade Kristin, mas considerou que a falta de um porta-voz gerou a ideia de que estavam ausentes.
Segundo Marcelo Rebelo de Sousa, o que parece ter ocorrido foi "um problema de comunicação", em que "o facto de não haver um porta-voz oral, e haver comunicados que ninguém lia, ninguém sabia, não eram conhecidos, é que levou à interpretação de que as Forças Armadas não estavam no terreno".
"Foi tornado público que a comunicação que estávamos a fazer através de comunicados de imprensa, que até eram bastante replicados nas notícias, não estava a ser suficiente. Mas eu devo dizer que os comunicados de imprensa estavam a funcionar, na medida em que houve muitas notícias que replicaram as informações que eram transmitidas", defendeu hoje a tenente-coronel Susana Pinto.
A militar defendeu que a comunicação das Forças Armadas "nunca esteve tão descentralizada", uma vez que o EMGFA deu orientações aos ramos para que os chefes de equipa no terreno falassem diretamente com a comunicação social.
"Mesmo assim, o nosso Comandante Supremo entendeu que não era suficiente", salientou, justificando a conferência de imprensa.
Lusa
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Escolas do concelho de Soure encerradas na quarta-feira
As escolas do concelho de Soure, no distrito de Coimbra, estarão encerradas na quarta-feira, devido ao agravamento das condições meteorológicas nas próximas horas, informou o presidente da Câmara Municipal de Soure, Rui Fernandes.
"Temos uma previsão de agravamento das condições meteorológicas nas próximas horas, no momento em que já temos um caudal de cheia muito significativo. Assim, tomámos a decisão de encerrar as escolas", destacou.
Num vídeo difundido na rede social Facebook, há cerca de uma hora, o autarca revelou que a decisão foi tomada em coordenação com todos os órgãos de proteção civil.
Régua contabiliza 163 ocorrências numa semana
O concelho do Peso da Régua contabilizou 163 ocorrências desde 2 de fevereiro decorrentes do mau tempo, segundo o município do distrito de Vila Real que alertou para os impactos na vinha e na economia desta região.
"Temos a questão do rio, mas as ocorrências fora da zona ribeirinha têm sido aquelas que mais ocupação nos tem dado um pouco por todas as freguesias", afirmou José Manuel Gonçalves, presidente da Câmara do Peso da Régua.
Entre as 163 ocorrências contabilizadas desde 02 de fevereiro, dia que o Posto de Coordenação Municipal passou a emitir comunicados diários sobre as consequências do mau tempo, como a chuva forte e vento, há cortes de estradas devido a deslizamentos de terras e aluimentos, desabamentos, quedas de muros e de taludes ou infiltrações de água em habitações.
O rio Douro está em situação de cheia e há vários dias que estão inundados, na zona ribeirinha, os cais fluviais da Régua, onde estão localizados três edifícios, da Junqueira e a ecopista.
O autarca especificou que o caudal do rio Douro se manteve estável, com previsões de uma ligeira subida devido à chuva intensa, mas sem que ultrapasse o nível que atingiu na sexta-feira, em que galgou a avenida do Douro, no lugar da Barroca.
E anunciou que foi restabelecida, de forma condicionada, a ligação entre a barragem de Bagaúste e a aldeia de Covelinhas, que tinha duas das suas três ligações rodoviárias interrompidas.
SATA Air Açores cancelou 34 voos entre as ilhas do arquipélago
O mau tempo que se faz sentir nos Açores condicionou hoje "mais de metade" da operação da SATA Air Açores e obrigou ao cancelamento de 34 voos entre as ilhas do arquipélago, revelou fonte da companhia.
Segundo adiantou fonte oficial da SATA à agência Lusa, foram cancelados 34 voos interilhas (informação atualizada até às 18h00), o que significa "mais de metade da operação" da companhia aérea que costuma realizar cerca de 50 voos por dia nesta altura do ano.
A mesma fonte adiantou ainda que os passageiros foram reafetados em outras ligações, estando prevista a realização de voos extraordinários na quarta-feira para repor o tráfego, caso as condições meteorológicas permitam.
Suspensão da programação cultural em Leiria prolongada até dia 26
A suspensão da programação do Teatro José Lúcio da Silva, do Teatro Miguel Franco e da Black Box, em Leiria, uma das localidades mais afetadas pela passagem das depressões em Portugal, foi prolongada até 26 de fevereiro.
Num comunicado hoje divulgado pelos três equipamentos culturais, geridos pela Câmara Municipal de Leiria, lê-se que "os espetáculos não realizados serão reagendados".
Inicialmente, a programação tinha sido suspensa até dia 13 de fevereiro, sexta-feira desta semana, sendo a suspensão prolongada agora até dia 26.
Os bilhetes para os espetáculos afetados pela suspensão da programação "mantêm validade", sendo possível, no caso do Teatro José Lúcio da Silva e do Teatro Miguel Franco, "solicitar reembolso através da bilheteira, por contacto online ou presencial".
A programação das três salas incluía dezenas de sessões, entre música, teatro, cinema, performance, dança, residências e um congresso.
Cerca de 250 pessoas recorreram ao gabinete "Reerguer Leiria" no primeiro dia
Cerca de 250 pessoas recorreram, no primeiro dia de funcionamento, ao gabinete "Reerguer Leiria", um espaço para apoiar munícipes, instituições e as atividades económicas do concelho afetadas pela depressão Kristin, revelou o Município.
O gabinete, instalado no Mercado de Sant'Ana, funciona das 9h00 às 18h00, com atendimento organizado através de sistema de senhas, e reúne, "num único espaço, informação, esclarecimentos e encaminhamento em várias áreas", de acordo com uma nota de imprensa da autarquia.
"Estão disponíveis apoios a particulares na área da habitação, com orientação para a recuperação de habitações afetadas, bem como medidas dirigidas às empresas e ao comércio, com vista à recuperação da atividade económica", explicou o município.
Rio Ceira continua a subir e volta a inundar casas no Cabouco, em Coimbra
O rio Ceira, no concelho de Coimbra, voltou a subir durante a tarde de hoje, inundando várias casas no Cabouco, de onde os habitantes já tinham sido retirados aquando das primeiras inundações, disse o presidente da Junta.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da Junta de Freguesia de Ceira, Fernando Almeida, explicou que o rio avançou cerca de 30 metros durante a tarde de hoje.
"Tinha estado aqui a seguir ao almoço, pelas 14h30, e a água avançou para aí uns 30 metros. Em altura não sei precisar quanto subiu, mas em comprimento eu conseguia andar mais de 30 metros e agora já tem água", detalhou.
Fernando Almeida encontrava-se, pelas 18h00, na rua da Lomba, no Cabouco, no local onde costumam ocorrer as inundações.
"Neste sítio acontece sempre, as pessoas já sabem que é assim e só duas ou três é que ficam nas suas casas, que são altas. Aí a água não chega, nem que suba para aí um metro, têm os andares de cima: ficam por livre vontade, têm alimentação e não estão em perigo", referiu.
A maior subida dos níveis de água do Rio Ceira registou-se "há cerca de 15 dias, com a tempestade Kristin".
"Subiu em altura mais ou menos um metro! Na semana passada também subiu, mas não foi tanto", descreveu.
De acordo com o autarca, o Rio Ceira deverá subir ainda mais nas próximas horas, perspetivando "uma noite muito trabalhosa".
Atividade desportiva continua suspensa nos pavilhões desportivos de Leiria
A atividade desportiva continua suspensa em todos os pavilhões municipais do concelho de Leiria devido aos danos provocados pela depressão Kristin, revelou a Câmara.
"A decisão surge na sequência dos danos provocados pela tempestade Kristin e tem como única prioridade a segurança de atletas, equipas técnicas e público", referiu-se na informação publicada na página do Leiria Desporto, da responsabilidade do Município de Leiria.
Segundo a Câmara de Leiria, a suspensão abrange toda a atividade, desde treinos a jogos, sejam federados ou lúdicos, sem exceção.
Mais de 50 explorações suinícolas sem energia elétrica em Leiria
Mais de 50 explorações suinícolas da zona norte do concelho de Leiria estavam esta tarde ainda sem energia elétrica e a ser abastecidas por geradores, lamentou o presidente da Federação Portuguesa de Associações de Suinicultores.
David Neves, que também preside a Associação de Suinicultores de Leiria, disse à agência Lusa que a reposição da energia elétrica está a ser mais difícil de concretizar nessa parte do concelho, onde os suinicultores estão "a dar as condições possíveis aos animais para que morram o mínimo possível".
A solução tem passado pelo recurso a geradores, que implicam "um custo brutal" de, "em média, mais de 500 euros por dia a cada exploração", entre aluguer e combustível, frisou.
Segundo David Neves, apesar dos custos elevados, esta "tem sido a única forma de conseguir abastecer os animais de água e alimentos".
Na sua opinião, a E-Redes deveria fazer um ponto de situação ao final de cada dia, explicando o trabalho já feito e o previsto para o dia seguinte, de forma que os produtores pudessem gerir os alugueres dos geradores e garantir o combustível necessário.
O responsável disse não ser possível, para já, fazer um balanço do prejuízo, porque "as comunicações continuam muito difíceis para o norte do concelho de Leiria".
"Algumas pessoas estão a deslocar-se à sede da associação de Leiria até para fazer o registo das ocorrências", contou, admitindo que os prejuízos atinjam "largas dezenas de milhões de euros".
Sertã cancela Festival do Maranho e Romaria a São Nuno de Santa Maria
A Câmara da Sertã cancelou a realização do Festival de Gastronomia do Maranho e da Romaria a São Nuno de Santa Maria, devido à situação de calamidade que o concelho atravessa na sequência da passagem da depressão Kristin.
Numa nota enviada à agência Lusa, o presidente da Câmara Municipal da Sertã refere que o concelho, no distrito de Castelo Branco, vive tempos excecionais que implicam respostas também elas, excecionais.
Carlos Miranda sublinha que as prioridades enquanto concelho, ao longo de 2026, têm de ser a reconstrução do território, a proteção civil e o apoio às pessoas mais necessitadas.
"Decidimos por isso, no presente ano, fazer cortes significativos nas nossas despesas correntes, no sentido de podermos alocar mais verbas a estas três prioridades que referi", vincou.
O autarca explica que para a reconstrução do território, conta com ajudas do governo central. Contudo, adianta que não sabe com quanto, nem quando.
"E, para podermos avançar de imediato, precisamos de dinheiro disponível, neste momento. Não podemos ficar à espera", sustenta.
Paragem de autocarros e parque da estação de S. Tirso encerrados
A paragem de autocarros e o parque de estacionamento da estação ferroviária de Santo Tirso, no distrito do Porto, estão encerrados devido a "condições atmosféricas adversas", que levaram à ativação do Plano de Contingência naquele concelho.
Em comunicado, através da rede social Facebook, a Unir - Mobilidade refere que aquelas infraestruturas estarão encerradas "previsivelmente até 16 de fevereiro".
A Unir explica ainda que as linhas de transportes afetadas (linhas 3504, 6303, 6304, 6605, 6606, 6607 e 6608), passam a terminar nas paragens provisórias Mobiave, na Rua Alexandre Lima Carneiro.
Inundações em Eiras no concelho de Coimbra afetaram sete habitações
A ribeira de Eiras, em Coimbra, galgou esta terça-feira as margens, afetando sete habitações, sem causar desalojados, disse à Lusa o presidente da União de Freguesias de Eiras e São Paulo de Frades.
"Tínhamos tido o colapso de uma ponte e, entretanto, tivemos uma barreira que caiu e que trouxe uma série de detritos que veio a bater neste colapso desta ponte, criando uma inundação. A ribeira acabou por galgar a margem", afirmou Luís Correia.
O autarca adiantou que foi necessário "partir o bordo da estrada para o rio", para que este pudesse "voltar ao seu normal curso", sendo que há ainda preocupações com uma parte da habitação que está localizada junto à ponte.
"Estamos agora a tentar protegê-la, porque ela está a escavar por baixo e estamos com medo que também acabe por ruir", indicou.
"Se ela cair para dentro da ribeira vai fazer novo dique. Podemos voltar a ter exatamente o mesmo problema", acrescentou.
De acordo com Luís Correia, as inundações registadas esta terça-feira afetaram sete habitações.
"Os danos não são de maior, ninguém ficou desalojado, com exceção da família que já estava. Ainda estão a avaliar danos", referiu.
Lusa
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Câmara de Estarreja preparada para evacuar casas se for necessário
A presidente da Câmara de Estarreja disse hoje que a autarquia está a monitorizar a subida do caudal do rio Antuã, que já inundou algumas zonas da cidade, adiantando que estão preparados para evacuar algumas casas se for necessário.
Em declarações à Lusa, a presidente da Câmara de Estarreja, Isabel Simões Pinto, disse que a situação "não é fácil", mas assegurou que, neste momento, "não há razão para entrar em alarmismos".
"As forças de segurança, as forças de socorro e o nosso serviço municipal de proteção civil estão no terreno e estão a tratar de todas as ocorrências de forma tranquila e a dar resposta a tudo o que tem surgido", afirmou a autarca.
Isabel Simões Pinto explicou ainda que existe alguma dificuldade de circulação, mas não há lugares isolados neste concelho do distrito de Aveiro.
"Temos algumas vias intransitáveis, mas com possibilidade de ter circulação por vias alternativas", adiantou a autarca.
Ponte de Louredo, que liga Penacova a Vila Nova de Poiares, reabre ao trânsito
A Ponte do Louredo, que estava encerrada devido ao elevado caudal do rio Mondego, reabriu durante a tarde de terça-feira ao trânsito rodoviário, comunicou a Câmara Municipal de Penacova.
"O Serviço Municipal de Proteção Civil informa que a travessia do Mondego, entre a ER [Estrada Regional] 110 e a EN [Estrada Nacional] 2, reabriu ao trânsito", referiu, pelas 17:00, numa publicação na rede na rede social Facebook.
A decisão de reabertura da Ponte do Louredo, encerrada ao início da tarde, que liga o concelho de Penacova ao de Vila Nova de Poiares, no distrito de Coimbra, "foi tomada em consonância com os municípios de Penacova e Vila Nova de Poiares e forças de segurança", acrescenta.
Alvaiázere ainda com "muitas centenas" de casas sem luz
O concelho de Alvaiázere, no distrito de Leiria, terá ainda "muitas centenas, se não milhares" de habitações sem luz, alertou o presidente da Câmara, defendendo mais meios no terreno para resolver as ligações de baixa tensão.
"Enquanto nós estávamos a trabalhar mais na média tensão, tínhamos noção de quantos clientes é que aqueles postos abasteciam. Agora, diria que pelo número de reclamações que estamos a ter, temos muitas centenas se não alguns milhares de habitações ainda por fazer a ligação à rede elétrica", afirmou à agência Lusa João Guerreiro.
Apesar de os problemas de média tensão estarem resolvidos, o autarca explicou que falta fazer as ligações a habitações, num concelho com centenas de quilómetros de linhas de baixa tensão afetadas.
Associação de Futebol de Coimbra prevê realizar jogos no fim de semana
A Associação de Futebol de Coimbra (AFC) vai manter, para já, a realização de jogos no fim de semana, apesar de reconhecer alguns constrangimentos causados pelo mau tempo, sobretudo nos concelhos de Montemor-o-Velho e Figueira da Foz.
"Vamos analisar a situação até ao limite, mas a intenção é manter todos os jogos da próxima jornada. No último fim de semana realizaram-se 80% dos jogos agendados sem problemas nenhuns", disse à agência Lusa o presidente da AFC, Vítor Simões.
Salientando que o calendário "ficaria muito complicado" se fosse adiada mais uma jornada, depois do cancelamento das partidas no fim de semana a seguir à depressão Kristin, o dirigente alegou que existem indicações da Federação Portuguesa de Futebol para os campeonatos terminaram por altura da final da Taça de Portugal.
Estradas cortadas no distrito de Aveiro mais do que duplicaram
O número de estradas interditas ou condicionadas no distrito de Aveiro aumentou para mais do dobro desde o início da manhã, passando de 28 para 65, devido às condições meteorológicas adversas e ao aumento do caudal das linhas de água.
De acordo com a atualização feita esta terça-feira, às 16h00, pela GNR sobre o estado das estradas no distrito de Aveiro, encontram-se 65 vias interditas ou condicionadas, maioritariamente por inundações, desmoronamentos e abatimentos de via.
A situação mais grave continua a ser a do concelho de Águeda, com 15 vias interditas devido à inundação, nomeadamente a Rua da Pateira (Fermentelos), a Estrada do Campo (na zona de Espinhel e Recardães), a Rua Arquiteto Filomeno Rocha Carneiro (Borralha), a Rua Professor Dinis Pires (Travassô), a Estrada Municipal (EM) 230 (Eirol), a Praceta da Carapeteira (Assequins), a Rua Principal da Murta (Aguada de Baixo), a Rua do Passal (Espinhel), a Rua 5 de Outubro (Águeda), a Rua do Campo (Segadães), a Rua Ponte da Barca (Serém), a Rua Manuel Marques (Macinhata do Vouga), a Rua do Carvalho (Trofa), e a EM 577 (Fontinha).
Ainda neste concelho está interdita a Rua do Covão (Aguieira) e a Rua Vale do Grou (Aguada de Cima), devido a desmoronamento.
Em Oliveira de Azeméis, estão interditas a Rua Ponte Medieval (Santiago Ribau-Ul) e a Rua do Cercal (Cucujães), devido a inundação.
Em Sever do Vouga, a GNR dá conta da interdição da EN 16 em Pessegueiro do Vouga, devido a desmoronamento, e em Albergaria-a-Velha estão cortadas a Estrada Nacional 230-2 (Angeja) e a Rua do Jogo (Vale Maior), devido a inundação, e a M553 (Ribeira de Fráguas), devido a abatimento do piso.
Em Aveiro, estão cortadas devido a inundação a Rua Direita e a Rua da Pateira, em Requeixo, a Rua da Valsa (Eixo) e a Rua Marquês de Pombal em Cacia e, em Ílhavo, está cortada a Rua do Sul (Gafanha de Aquém).
Mais a sul, em Anadia, estão interditas a EN 235 (Vila Nova de Monsarros), a Rua do Cértima (Mogofores), a Rua da Várzea (Arcos), a Avenida das Laranjeiras (Alféolas), a Rua São Simão (São Lourenço do Bairro), a Rua Costa do Casal (Avelãs de Caminho), a Estrada Real (São João da Azenha) e a Rua de Sangalhos, (São João da Azenha), devido a inundação.
Em Oliveira do Bairro, a GNR dá conta da interdição da Rua Escola C+S (Oiã), da Rua do Ortigal, da Rua da Passagem de Nível e da Rua da Bunheira de Vila Verde, devido a inundação.
A GNR refere ainda a existência de condicionamentos de trânsito no Itinerário Complementar (IC) 2, ao quilómetro 239, sentido norte/sul, em Águeda e na EN 222 ao quilometro 33,8, na zona de Castelo de Paiva, devido a desmoronamento. Estão ainda condicionadas a EN 109 ao quilómetro 45, em Estarreja, e a EN1 ao quilómetro 212, em Anadia, devido a inundação.
Caudal do Mondego registava mais de 1.700 metros cúbicos por segundo ao início da tarde
O caudal do rio Mondego na ponte-açude de Coimbra registava, pelas 14h00 de terça-feira, 1.741 metros cúbicos por segundo (m3/s), um dos maiores valores desde que as inundações atingem, há mais de uma semana, o Baixo Mondego.
No início da passada semana, os caudais que passam no açude-ponte - onde o rio Mondego entra no trajeto canalizado que vai de Coimbra à Figueira da Foz -- chegaram a ultrapassar os 1.800 m3/s, mas numa altura em que não chovia e em que os campos agrícolas estavam longe da inundação que agora se verifica.
A meio da tarde de domingo, o caudal que sai (efluente) da Ponte-Açude, começou a baixar, dos 1.507 m3/s até aos 1.264 m3/s (menos 243 mil litros por segundo) registados às 14h00 de segunda-feira, segundo dados do portal Info Água, consultados pela agência Lusa.
No entanto, nas últimas 24 horas e praticamente sem que a chuva, embora fraca, desse tréguas, o caudal voltou a subir, cifrando-se, pelas 14h00 de terça, nos 1.741 m3/s (mais 477 mil litros por segundo) face à mesma hora de segunda-feira.
Derrocada destrói parte de casa em Ponte da Barca
Derrocada destrói parte de casa em São Martinho de Crasto, Ponte da Barca. Na casa moravam duas crianças, dois adultos e dois idosos. Ao todo, incluindo moradores em casas em risco, 20 pessoas foram retiradas das casas. Bombeiros, GNR e Proteção Civil estão no local.
Manuel Jorge Bento
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Câmara de Portalegre ordenou peritagem à zona onde ocorreu enxurrada
Uma peritagem independente ordenada pela Câmara de Portalegre foi realizada, segunda-feira, para apurar as causas da enxurrada na cidade proveniente da serra de São Mamede, no dia 5, que danificou 52 automóveis e pelo menos 10 habitações.
Em declarações à agência Lusa, a presidente do Município de Portalegre, Fermelinda Carvalho, explicou que esta terça-feira a peritagem já foi desenvolvida no terreno, esta na segunda-feira, devendo os resultados ser conhecidos "na próxima semana".
"A equipa andou no terreno, levou todos os elementos que precisava. A peritagem foi desenvolvida por professores universitários, são pessoas peritas nesta matéria", sublinhou.
A enxurrada de água, lama e pedras ocorrida na passada quinta-feira, dia 05, foi oriunda da serra de São Mamede e abrangeu três avenidas da cidade, provocando danos em pelo menos 10 casas, em caves (número por apurar) e em 52 carros, além de ter causado três pessoas desalojadas.
Nesse dia, fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Alentejo especificou à Lusa que os locais mais atingidos na cidade foram a Avenida de Santo António e a entrada principal do hospital da cidade, tendo o alerta sido dado às 06:49.
"A ribeira galgou as margens e essa inundação fez literalmente os carros virem barreira abaixo", arrastando veículos, detritos e pedras, disse então a mesma fonte, revelando que a entrada principal do hospital "ficou inoperacional".
Derrocadas em Abrantes fecham jardim do castelo e cortam passeio junto à ponte sobre o Tejo
As chuvas dos últimos dias provocaram derrocadas e aluimentos de terras em Abrantes, com a preocupação principal a centrar-se num talude junto à ponte sobre o Tejo e na queda de parte das muralhas do castelo.
"Temos dezenas de situações de aluimentos de terras, derrocadas em encostas, linhas de água, pontões e estradas. Há locais onde as derrocadas já aconteceram e outros onde podem ainda vir a acontecer, porque os terrenos estão muito ensopados e a chuva não para", disse hoje à agência Lusa o presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos.
Segundo o autarca deste município do distrito de Santarém, uma das situações mais preocupantes regista-se junto à ponte rodoviária de Abrantes, que liga as localidades de Barreiras do Tejo e Rossio ao Sul do Tejo, onde "foi a zona pedonal que cedeu", devido à derrocada de um talude num dos lados do acesso.
"É uma situação do âmbito da Infraestruturas de Portugal (IP), que tem vindo a monitorizar e a implementar medidas preventivas para evitar que a barreira possa ruir totalmente. Para já, foi interditada por precaução a passagem a peões naquele passeio", indicou.
Valamatos assegurou que não existe, para já, qualquer indicação de risco para a estrutura da ponte ou para a circulação rodoviária, estando em causa "verdadeiramente o passeio, a zona pedonal", cuja estabilização é considerada importante para evitar agravamentos.
Contactada pela Lusa, a IP indicou que, "na zona do aterro de aproximação à Ponte de Abrantes, foi identificado um deslocamento localizado do conjunto lancil/passeio, não tendo sido detetadas anomalias no pavimento".
A IP adiantou que a situação "tem sido acompanhada de forma contínua, não tendo ocorrido qualquer deslocamento adicional nos últimos dois dias", estando prevista "a selagem da fissura existente entre o pavimento e o lancil, com a devida proteção do local, por forma a impedir a infiltração de água na área afetada".
"A situação continuará a ser monitorizada e, caso se justifiquem, serão adotadas medidas complementares", acrescentou a IP.
Novas inundações em Soure devido à subida dos rios
O concelho de Soure voltou a registar inundações devido à subida do caudal dos rios e a localidade de Sobral ficou parcialmente isolada, disse o presidente da Câmara.
A situação no concelho "está pior, com os níveis de cheia muito altos", e, na localidade de Sobral, "foram os Fuzileiros a levar as crianças para a escola".
"Nos outros sítios estamos a conseguir fazer [o transporte] com alternativas terrestres. No Sobral é que temos algumas situações em que as casas estão mesmo isoladas no meio da água. Só mesmo com os botes", afirmou Rui Fernandes à agência Lusa, realçando que apenas "algumas casas" da localidade estão isoladas.
Mealhada com Parque da Cidade encerrado e várias estradas fechadas
O Parque da Cidade da Mealhada foi temporariamente encerrado por razões de segurança e várias estradas do concelho encontram-se fechadas ou condicionadas ao trânsito rodoviário, informou a Câmara Municipal.
De acordo com esta autarquia do distrito de Aveiro, o encerramento do Parque da Cidade ocorreu devido à queda continuada de árvores, o que "representa um risco para a segurança dos utilizadores".
Estão também fechadas à circulação rodoviária a Estrada Sernadelo -- Antes, e as ruas do Futuro, na Pampilhosa; e do Porto Constança, em Travasso.
O trânsito rodoviário está condicionado na Rua da Areia (Ventosa do Bairro), Rua do Pontão (Antes), Rua dos Olivais (Pampilhosa), Rua do Cemitério (Pampilhosa), Túnel Pires Faria (Pampilhosa), Estrada do Travassinho (Vacariça), Rua da Simca (Travasso), Rua da Póvoa (Pampilhosa), Rua dos Carvalhais (Vacariça) e Reta de Larçã (Pampilhosa).
Lusa
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Município de Penela preocupado com derrocadas
O presidente da Câmara de Penela disse esta terça-feira que a maior preocupação no concelho são as derrocadas, com desabamento de taludes e estradas em risco de colapso, verificando-se "graves fissuras" no antigo IC3.
"A preocupação são principalmente as derrocadas, porque os terrenos estão muito saturados, com excesso de água, o que está a provocar vários desabamentos de taludes. Há plataformas de estradas que estão a fissurar e que, depois de fissurarem, a água vai-se entranhando e vai levando a plataforma da estrada e as estradas estão em risco de colapsar", afirmou Eduardo Nogueira dos Santos.
Segundo o autarca, a Estrada Nacional 347 colapsou na semana passada e, agora, o antigo Itinerário Complementar (IC) 3, junto aos bombeiros de Penela, "está com graves fissuras".
"Estamos a monitorizar e o IP [Infraestruturas de Portugal] também está a monitorizar, mas, entretanto, há poucas horas, pedi à IP que viesse fechar a estrada, porque acreditamos que há o perigo de haver um problema maior", salientou o autarca, na tarde de esta terça-feira.
O caudal do rio Dueça continua a subir, havendo casas em leito de cheia que estão "em risco potencial", referiu Eduardo Nogueira dos Santos, acrescentando que há já uma estrada intransitável no Rabaçal.
Segundo o autarca, a situação é "relativamente preocupante", já que muitas das casas "estão habituadas, nos invernos mais rigorosos, a ter alguns problemas".
"Se continuar com este nível de pluviosidade e se o [rio] Mondego continuar a encher, o que pode acontecer é as águas andarem para trás e aí é mais preocupante", perspetivou.
Lusa
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O momento em que bombeiro resgata idosa que tinha de ser retirada de casa devido ao mau tempo na Maia
VÍDEO: Direitos Reservados
“Um coração de mãe não aguenta”: Proteção Civil pede a moradores da Graça para saírem de casa devido a deslizamento de terras
Porto de Mós vai dar geradores às freguesias para ajudar em apagões futuros
A Câmara de Porto de Mós, concelho do distrito de Leiria afetado pela depressão Kristin, vai dar um gerador a cada uma das freguesias do concelho para, na eventualidade de futuros apagões, a sede da junta ter energia.
À agência Lusa, o presidente do município, Jorge Vala, explicou que o objetivo é garantir que as "freguesias, no caso de voltar a existir uma situação como esta, uma situação de apagão, uma situação em que possa ir abaixo a energia elétrica", o ponto de encontro das comunidades "seja a junta de freguesia".
Lusa
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EN 342 condicionada ao trânsito entre Lousã e Góis devido a deslizamento de terras
A Estrada Nacional (EN) 342 que liga Soure a Arganil, no distrito de Coimbra, está condicionada ao trânsito entre Lousã e Góis devido a deslizamento de terras, disse à agência Lusa o presidente da Câmara da Lousã.
Vítor Carvalho explicou que as derrocadas ocorreram no concelho da Lousã, no distrito de Coimbra.
O troço antigo da EN 342 entre Lousã e Miranda do Corvo está cortado na localidade de Bairro Novo, no concelho de Miranda do Corvo, também no distrito de Coimbra.
Desde o dia da tempestade Kristin, na madrugada de 28 de janeiro, mantém-se encerrada ao trânsito a EN 236, entre Lousã e Castanheira de Pera, no distrito de Leiria.
Segundo o presidente da Câmara da Lousã, aquela via vai estar fechada, pelo menos, até ao fim de semana, por falta de condições de segurança.
Lusa
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Ministra do Ambiente admite redirecionar fundos europeus para reparar estragos
A ministra do Ambiente e Energia afirmou esta terça-feira que o Governo vai ter de redirecionar verbas dos fundos europeus para responder aos estragos provocados pelas sucessivas depressões, incluindo danos em diques, margens de rios, arribas e pequenas barragens.
Em declarações aos jornalistas na Valada, no concelho do Cartaxo, Maria da Graça Carvalho adiantou que o Governo vai analisar os fundos disponíveis (Fundo de Coesão, Fundo Ambiental e Plano de Recuperação e Resiliência) para redirecionar prioridades e financiar as obras urgentes, acrescentando que o Governo está a avaliar as necessidades com o apoio das autarquias.
A decisão sobre a reorientação de fundos será tomada "pelo primeiro-ministro, em conjunto com os ministros da Economia e da Coesão", disse a governante.
Lusa
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Município de Óbidos abre balcões para apoio à reparação de danos
A Câmara Municipal de Óbidos está a disponibilizar balcões de apoio a particulares e empresas para a submissão de candidaturas para a reparação de danos causados pelas tempestades que têm assolado o concelho.
Em comunicado, esta autarquia do distrito de Leiria informou que, para submissão de candidaturas para apoio na reparação de danos em habitações próprias e permanentes, os munícipes podem dirigir-se ao Espaço Ó, próximo da entrada da vila.
O espaço funciona de segunda a sexta-feira, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00. Estas candidaturas podem ainda ser submetidas em https://sigecandidaturas.ccdrc.pt/
No que respeita aos prejuízos no setor agrícola, os interessados em submeter candidaturas podem dirigir-se ao Centro de Gestão Agrícola, aberto de segunda a sexta-feira das 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00. Neste setor, as candidaturas 'online' podem ser submetidas em https://pdp25.ccdrc.pt/pdp_nologin.php.
Finalmente, o apoio às empresas está a ser prestado no Parque Tecnológico de Óbidos, nos mesmos dias e horários do Centro de Gestão Agrícola, podendo também as candidaturas ser feitas através do endereço https://www.bpfomento.pt/pt/catalogo/produtos-de-garantia/.
Lusa
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Deco Proteste alerta que apoios dos bancos assentam em novos empréstimos
A Deco Proteste alertou esta terça-feira que as propostas financeiras criadas por vários bancos, para o apoio aos efeitos do mau tempo assentam, na sua maioria, na contratação de novos empréstimos, que podem "agravar o endividamento das famílias".
Num comunicado, esta terça-feira divulgado, a organização explicou que, na sequência da tempestade Kristin e dos danos causados em habitações e bens essenciais, "analisou as propostas de apoio financeiro criadas por vários bancos para responder às necessidades imediatas das populações afetadas".
A principal conclusão da entidade é que "a maioria das soluções apresentadas assenta na contratação de novos empréstimos, o que pode agravar o endividamento das famílias num momento de especial fragilidade financeira".
Lusa
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Sobe para 20 número de pessoas deslocadas por deslizamento de terras Ponte da Barca
O presidente da Câmara de Ponte da Barca revelou esta terça-feira que subiu para 20 o número de pessoas que, por precaução, foram retiradas de casa após um deslizamento de terras na União de Freguesias de Castro, Ruivos e Grovelas.
A derrocada "forte" destruiu parcialmente uma habitação e soterrou um veículo ligeiro, não havendo registo de "vítimas ou feridos", disse Augusto Marinho.
Inicialmente foram retiradas sete pessoas da habitação afetada e de outra nas proximidades.
Lusa
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Madalena do Pico encerra vias junto à orla costeira
A Câmara da Madalena, nos Açores, anunciou o encerramento da circulação automóvel as vias junto à orla costeira, nomeadamente o acesso ao Pocinho, Porto do Calhau, Mirateca e Lajido da Criação Velha, devido ao agravamento do estado do tempo.
Em comunicado, a autarquia informou que, devido ao "agravamento das condições meteorológicas, foi encerrada a circulação automóvel nas vias junto à orla costeira" e aconselhou a população a evitar passeios junto à costa, bem como a prática de atividades lúdicas nas zonas expostas à agitação marítima" e "uma atitude vigilante", alertando que, "nestas condições extremas, o mar pode facilmente alcançar zonas aparentemente seguras".
As ilhas das Flores e Corvo (grupo Ocidental) estão sob aviso amarelo até às 09h00 de quarta-feira, por causa da agitação marítima.
O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.
Lusa
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Ponte de Louredo que liga Penacova a Vila Nova de Poiares foi encerrada ao trânsito
A ponte do Louredo, que liga o concelho de Penacova ao de Vila Nova de Poiares, foi esta terça-feira encerrada ao trânsito rodoviário, devido ao elevado caudal do Rio Mondego, indicou a Câmara Municipal de Penacova.
"O Serviço Municipal de Proteção Civil informa que a ponte de Louredo, no Rio Mondego, que liga a ER110 à EN2, foi encerrada ao trânsito devido ao elevado caudal do rio", referiu a Câmara.
De acordo com esta autarquia do distrito de Coimbra, a decisão foi tomada em articulação com o Município de Vila Nova de Poiares, a GNR e restantes autoridades.
A ligação alternativa entre as duas margens é a Ponte de Penacova.
Lusa
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Regimento de Engenharia nº3 em Espinho inundado na sequência de um período de forte precipitação
O Regimento de Engenharia n°3, Em Paramos, Espinho, ficou totalmente inundado, esta manhã de terça-feira, na sequência de um período de forte precipitação.
As estradas na área envolvente, nomeadamente as de acesso à unidade militar e ao lugar da Praia de Paramos, estão cortadas ao trânsito.
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Paulo Jorge Duarte
JornalistaSeguir Autor:
Meo com 90% do serviço fixo e 93% da rede móvel nas zonas afetadas
A Meo regista 90% da população das zonas afetadas pelo mau tempo com disponibilidade de rede fixa e 93% de rede móvel, de acordo com o último balanço feito esta terça-feira pela operadora de telecomunicações.
À data de 10 de fevereiro, "90% da população das zonas afetadas já tem disponibilidade de rede fixa e 93% de rede móvel, resultado do trabalho contínuo de restabelecimento de energia nos sites de rede móvel, reconstrução de traçados de transmissão e reinstalação de infraestruturas danificadas", refere a Meo.
De acordo com a operadora, "a reposição [dos serviços] tem avançado sobretudo nas sedes de concelho e áreas onde a energia elétrica já foi restabelecida, permitindo a recuperação progressiva da rede móvel e fixa".
Lusa
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Caudal da ribeira de Paramos obriga a cortar acesso a Regimento de Engenharia de Espinho
A subida das águas da ribeira de Paramos, em Espinho, obrigou a cortar as estradas de acesso ao Regimento de Engenharia, ao campo de golfe e à pista do aeródromo local, revelou o serviço de proteção civil desse município.
A zona em causa, no distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto, situa-se num dos extremos da lagoa de Paramos, que é contígua à Barrinha de Esmoriz, no concelho vizinho de Ovar, e ficou rapidamente inundada esta manhã, quando as águas galgaram as margens.
"Devido às fortes chuvas e consequentes inundações na zona de Paramos, informamos que o trânsito se encontra totalmente cortado na Rua da Costa Verde e na Rua da Praia", disse fonte da proteção civil, que tem técnicos no local a "monitorizar a situação".
As vias afetadas são a Rua da Costa Verde -- que dá acesso ao quartel e, de sul para norte, também ao Oporto Golf Club -- e a Rua da Praia -- que segue do quartel para os terrenos usados pelo Aeroclube da Costa Verde e daí até à linha da praia e a sua pequena faixa habitacional.
Lusa
Seguir Autor:
Empresas do setor automóvel com "danos significativos"
As empresas da região Centro do setor automóvel tiveram danos muito elevados devido à depressão Kristin, que também afetou os centros de desmantelamento da ValorCar, disse esta terça-feira a associação do setor.
"Sabemos que houve, de facto, empresas também nossas associadas com danos significativos, não só na área dos concessionários do comércio automóvel, mas também (...) os próprios centros de desmantelamento da rede ValorCar daquela zona, que tiveram danos muito significativos também", disse o secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal (ACAP), Helder Pedro, em conferência de imprensa.
Sobre o impacto na indústria, o responsável apontou que alguns dos fornecedores de fábricas como a Autoeuropa estão localizados naquela zona.
"Há uma tentativa de compensar, ou recorrendo a outros fornecedores, ou a 'stocks' que existam, mas estamos a avaliar", acrescentou, remetendo um balanço para uma reunião com as fábricas, marcada para a próxima semana.
Lusa
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Estragos provocados pela passagem do mau tempo no cemitério da Sapataria, no concelho de Sobral de Monte Agraço
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Correio da Manhã
Seguir Autor:
Sete pessoas deslocadas devido a deslizamento de terras em Ponte da Barca
Um deslizamento de terras na União de Freguesias de Castro, Ruivos e Grovelas, em Ponte da Barca, destruiu parcialmente uma habitação e obrigou à retirada de sete pessoas, revelou esta terça-feira a proteção civil.
Segundo fonte do Comando Sub-regional do Alto Minho, as sete pessoas a deslocar são residentes na casa afetada e numa outra nas proximidades.
A mesma fonte acrescentou que poderá aumentar o número de pessoas deslocadas uma vez que esta terça-feira estão a ocorrer várias derrocadas.
O deslizamento de terras, que ocorreu às 11h01, atingiu ainda um veículo ligeiro.
Lusa
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Registadas 13.388 ocorrências desde 01 de fevereiro
A Proteção Civil registou 13.388 ocorrências relacionadas com as tempestades entre o dia 01 de fevereiro e as 12h00 desta terça-feira em Portugal continental, informou o comandante nacional.
"O número de ocorrências registada até o momento são 13.388, com 46.235 operacionais envolvidos e 18.501 meios", disse Mário Silvestre na conferência de imprensa sobre o ponto de situação do mau tempo na sede Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide, Oeiras, no distrito de Lisboa.
A queda de árvores continua a ser o incidente mais frequente, com mais 4.000 ocorrências registadas, seguida por deslizamento de terra e inundações.
Lusa
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Várias estradas cortadas ou condicionadas em Santa Comba Dão
Várias estradas estão esta terça-feira com a circulação cortada ou condicionada devido a inundações e queda de taludes e muros no concelho de Santa Comba Dão, distrito de Viseu, disse à agência Lusa o vice-presidente da autarquia, Luís Nunes.
O autarca explicou que algumas das inundações estão relacionadas com a Ribeira das Hortas, que atravessa Santa Comba Dão até desaguar no Rio Dão.
No concelho, estão atualmente condicionadas ou interditas as vias Pesseguido-Pregoinho, Casal Maria--Casal Vidona, a Rua Mário Ribeiro de Azevedo, a Rua dos Bombeiros Voluntários, a Ponte da Ribeira das Hortas e a Rua de Viseu.
No que respeita à albufeira da Barragem da Aguieira, o vice-presidente da Câmara de Santa Comba Dão disse não ter informação de qualquer situação de risco para o concelho.
Lusa
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Câmara de Águeda fecha Rua Vasco da Gama na baixa da cidade por precaução
A Câmara de Águeda encerrou ao trânsito a Rua Vasco da Gama, na baixa da cidade, por precaução, devido à possibilidade de uma cheia naquela zona, após a chuva intensa que caiu durante a noite.
Devido às fortes chuvas registadas durante a noite, a autarquia diz que prevê-se que rios e ribeiras continuem a subir nas próximas horas.
"Tem estado a chover imenso. Desde a uma da madrugada que esteve a chover intensamente. Temos inundações em sítios onde habitualmente não temos, na zona de Valongo e de Travassô. A estrada Nacional 230 entre Águeda e Aveiro está encerrada. Aqui na cidade, temos a cheia na margem esquerda [do rio Águeda], como já aconteceu várias vezes este ano, e temos a margem direita com o nosso sistema de drenagem a funcionar em pleno e esperamos que ele resista até ao fim", disse o Jorge Almeida.
O presidente da Câmara referiu ainda que a situação mais critica é na freguesia de Valongo, onde existem várias pontes entupidas com o material lenhoso transportado pelo rio.
Lusa
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Escola de Vila Nova de Poiares a funcionar mas ainda chove nas salas
A Escola Básica e Secundária Dr. Daniel de Matos, em Vila Nova de Poiares, está a funcionar, mas há alunos ainda a partilhar salas, na sequência dos danos causados pela depressão Kristin, disse esta terça-feira o presidente da Câmara.
"Temos a escola na mesma. Tenho lá trazido os homens vai fazer 15 dias e não conseguimos resolver o problema", afirmou Nuno Neves à agência Lusa.
O estabelecimento de ensino foi uma das principais estruturas afetadas pelo mau tempo no concelho de Vila Nova de Poiares, no distrito de Coimbra.
Lusa
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"Maior preocupação é a precipitação intensa": Proteção Civil alerta para risco de inundações em todo o País
A Proteção Civil veio alertar para o risco de inundações em todo o País, tanto nas áreas ribeirinhas como nas zonas urbanas, num balanço feito esta terça-feira no âmbito do mau tempo que continua a assolar o território. "A maior preocupação é a precipitação intensa", referiu o Comandante Nacional da Proteção Civil, Mário Silvestre.
As autoridades adiantam ainda que existem 41 mil clientes sem energia elétrica em território nacional, 26 mil em Leiria, segundo dados da E-Redes. A Proteção Civil pede cautela à população e apela a que os condutores não atravessem estradas inundadas e que evitem as passagens inferiores, dado o estado das vias.
Correio da Manhã
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EN230 reaberta em Oliveira do Hospital após derrocada
A Estrada Nacional (EN) 230 foi esta terça-feira reaberta ao trânsito nos dois sentidos, após uma derrocada entre Vila Pouca da Beira e Avô, no concelho de Oliveira do Hospital, ter encerrado a circulação na noite de segunda-feira.
Numa publicação nas redes sociais, a Câmara de Oliveira do Hospital, no distrito de Coimbra, informou que o trânsito está restabelecido, após um deslizamento de terras, em decorrência do mau tempo que se tem feito sentir nos últimos dias, ter obstruído a via.
A EN230 liga a EN17 (vulgarmente também identificada por Estrada da Beira), no cruzamento de Vendas de Galizes, à Covilhã (distrito de Castelo Branco), pela vertente sul da Serra da Estrela.
Lusa
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Transbordo do rio Coura obriga a corte de estradas e da ponte de Vilar de Mouros
A Estrada Nacional (EN) 301 entre Venade e Argela e a ponte de Vilar de Mouros, no concelho de Caminha, estão cortadas ao trânsito devido ao transbordo do rio Coura, disse esta segunda-feira fonte da GNR.
Numa publicação na sua página oficial no Facebook, a Câmara de Caminha, no distrito de Viana do Castelo, adianta também que se encontram temporariamente cortadas ao trânsito a antiga EN13, junto à Cruz Velha e a estrada das Faias, na freguesia de Seixas.
"Estas medidas têm como prioridade absoluta a segurança de pessoas e bens. As equipas municipais estão a acompanhar a situação no terreno, procedendo à monitorização contínua e à reposição da normal circulação logo que estejam reunidas as condições de segurança", lê-se naquela publicação.
Lusa
Seguir Autor:
Estrada abate em Leiria devido ao mau tempo
Uma estrada abateu, no passado domingo, na Rua dos Marinheiros, em Leiria, na sequência do mau tempo que se tem feito sentir em Portugal.
A rua é de sentido único e localiza-se junto à saída da cidade em direção a norte, junto às traseiras de um prédio.
Esta é uma rua muito utilizada por quem se desloca para as zonas industriais do Casal do Cego e da Zicofa, tendo agora o trajeto de ser feito pela rua do Outeiro do Pomar, uns metros mais à frente.
A zona encontra-se sinalizada para que não exista passagem na mesma. Foram colocadas divisórias de betão para impedir que os carros circulem.
Não existe previsão de reparação dos danos.
Isabel Jordão
JornalistaSeguir Autor:
Marta Mariano
Jornalista EstagiáriaSeguir Autor:
Balneário romano encerrado e estradas cortadas em São Pedro do Sul
O balneário romano de São Pedro do Sul está encerrado e várias vias do concelho encontram-se interditas ao trânsito devido ao mau tempo, que tem provocado desabamentos e inundações, avisou esta terça-feira esta autarquia do distrito de Viseu.
Num comunicado divulgado nas redes sociais, a Câmara informou que o balneário romano, situado na margem do Rio Vouga, nas Termas de São Pedro do Sul, ficará encerrado esta terça-feira e quarta-feira, "como medida preventiva".
As condições meteorológicas adversas têm provocado ocorrências em vários pontos do concelho. Esta terça-feira de manhã, estavam interditas a rua da Misericórdia, em Várzea, a estrada de Passos, em Carvalhais, a estrada de Penso, em Serrazes, a ponte de Pouves, em São Pedro do Sul, e a rua dos Moinhos, nas Termas.
A Câmara de São Pedro do Sul decidiu também adiar o desfile de carnaval infantil marcado para sexta-feira.
Lusa
Seguir Autor:
Chuvas intensas em Aguada de Cima, no concelho de Águeda, provocam inundações junto às habitações
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Correio da Manhã
Seguir Autor:
Câmara da Sertã alerta para pessoas que se fazem passar por técnicos das autarquias
A Câmara da Sertã alertou a população para a presença de pessoas na região que se fazem passar por técnicos do município e das juntas de freguesia.
Numa nota publicada nas redes sociais, este município do distrito de Castelo Branco informa que todos os técnicos que se encontram no terreno, "sejam eles do município ou das juntas de freguesia estão devidamente identificados".
"Foram identificadas situações de pessoas [na Sertã] que se fazem passar por técnicos do município e das juntas de freguesia".
A Câmara Municipal alertou ainda a população que qualquer suspeita de fraude deverá ser reportada à GNR da Sertã.
Lusa
Seguir Autor:
NOS com 94% do serviço móvel e 92% do fixo já recuperados
A NOS já recuperou 94% do serviço móvel e 92% do serviço fixo em todas as sedes dos concelhos afetados pelo mau tempo, de acordo com o último balanço da operadora de telecomunicações.
Os trabalhos de reposição "continuam em curso e decorrem de forma progressiva, mantendo-se condicionados por fatores externos tais como falhas persistentes de energia, dificuldades de acesso às zonas mais destruídas, exigências de segurança e condições meteorológicas adversas", referiu a NOS.
Desde o primeiro momento, "as equipas da NOS estão no terreno 24 horas por dia, 7 dias por semana, em estreita articulação com a Proteção Civil e as forças de segurança".
Segundo a NOS, "mantêm-se ativas medidas de contingência, incluindo a instalação de geradores, a mobilização de unidades móveis provisórias e a disponibilização de conectividade por satélite, com prioridade absoluta à garantia das comunicações que suportam os serviços críticos e as operações de emergência".
Lusa
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Casa inunda em Anadia após deslizamento de terras
Um deslizamento de terras, numa encosta, e a forte precipitação, deste início de manhã de terça-feira, provocaram uma inundação numa casa, em Anadia.
O alerta foi dado para uma ocorrência relacionada com o mau tempo, na rua de São Cosme, em Vila Nova de Mansarros.
Apesar do aparato, não há feridos a registar ou viaturas atingidas pelo movimento de terras.
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Paulo Jorge Duarte
JornalistaSeguir Autor:
Estrada abate em Leiria devido ao mau tempo
Uma estrada abateu, no passado domingo, na Rua dos Marinheiros, em Leiria, na sequência do mau tempo que se tem feito sentir em Portugal.
A rua é de sentido único e localiza-se junto à saída da cidade em direção a norte, junto às traseiras de um prédio.
Isabel Jordão
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Um total de 35 mil clientes da E-Redes sem energia pelas 08h00
Um total de 35 mil clientes da E-Redes, em Portugal continental, continua sem abastecimento de energia elétrica devido aos danos provocados pelo mau tempo na rede de distribuição, desde 28 de janeiro, informou esta terça-feira a empresa.
Num balanço feito às 08h00, a empresa indicou que "tinha por alimentar 41 mil clientes, sendo que nas zonas mais críticas, as avarias decorrentes da depressão Kristin totalizam 35 mil clientes".
Lusa
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