Correio da Manhã
JornalistaAlmada registou 438 ocorrências desde o inicio das tempestades
O concelho de Almada, no distrito de Setúbal, registou 438 ocorrências desde o 27 de janeiro relacionadas com as intempéries que têm assolado Portugal, que obrigaram a que mais de 100 pessoas tivessem de ser retiradas das suas casas.
Os dados foram divulgados pela presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros, numa missiva enviada ao Governo onde critica o executivo de ter acionado meios para o concelho, mas apenas para a freguesia liderada pelo PSD, e sem coordenação com o executivo camarário.
Na carta Inês de Medeiros (PS) faz referência ao deslizamento de terras nas arribas na Costa da Caparica ocorrido no sábado, indicando que foram evacuados 14 agregados familiares, todos com soluções de alojamento asseguradas.
Dirigindo-se aos munícipes, a autarca refere que compreende a sua inquietação e ansiedade relativamente ao regresso às suas casas e que não minimiza os receios quanto ao agravamento de danos materiais e estruturais nos edifícios afetados.
Contudo, garante que a situação de instabilidade do terreno está em permanente monitorização e que o regresso só será autorizado quando estiver totalmente afastado qualquer risco para a vida humana.
"Até lá, será permitida, de forma muito controlada e sempre acompanhada pelos serviços de Proteção Civil, a recolha de bens pessoais nas habitações não danificadas", sustenta.
Escola e jardim de infância do Casal de São Tomé em Mira reabrem na terça-feira
A Escola Básica (EB) do primeiro ciclo e o Jardim de Infância do Casal de São Tomé, no concelho de Mira, vão ser reabertos na terça-feira, após danos ocasionados pelo mau tempo terem encerrado os serviços esta segunda-feira.
De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Mira, Artur Fresco, as aulas poderão ser retomadas na terça-feira, após o mau tempo ter provocado danos no espaço, levando ao encerramento do estabelecimento durante o dia.
No domingo, uma árvore tombou de dentro do recinto da escola para o exterior, partindo o gradeamento e uma parte do muro circundante, tendo também sido registada a queda de um poste que fornecia energia elétrica à escola (deixando o estabelecimento sem luz).
A autarquia "precisava do dia de hoje para solicitar à E-Redes a reposição da energia, que não foi conseguida, porque [o trabalho] é mais demorado do que o esperado", adiantou o autarca.
A energia elétrica, entretanto, está a ser assegurada através de um gerador municipal, garantindo que o espaço esteja funcional na terça-feira.
O dia sem aulas foi também utilizado para "remover em segurança a árvore [caída e] fazer a reparação do gradeamento e do muro", que já foram concluídos.
De acordo com o presidente da Câmara Municipal, o incidente não deixou feridos.
Câmara de Leiria abre na terça-feira espaço de apoio a cidadãos, instituições e empresas
A Câmara de Leiria abre na terça-feira, no Mercado de Sant'Ana, o gabinete "Reerguer Leiria", um espaço para apoiar munícipes, instituições e as atividades económicas do concelho afetadas pela depressão Kristin, foi esta terça-feira anunciado.
O gabinete de atendimento municipal vai funcionar das 9h00 às 18h00, com atendimento organizado através de sistema de senhas, e reúne, "num único espaço, informação, esclarecimentos e encaminhamento em várias áreas", de acordo com uma nota de imprensa da autarquia.
"Estão disponíveis apoios a particulares na área da habitação, com orientação para a recuperação de habitações afetadas, bem como medidas dirigidas às empresas e ao comércio, com vista à recuperação da atividade económica", explica o município.
No espaço, vai ser também prestado "apoio às instituições de solidariedade social e coletividades, ajudando na retoma da sua atividade".
O gabinete conta também com "a colaboração de advogados, que prestam apoio na orientação e no preenchimento das participações de sinistros junto das empresas seguradoras, assim como no reporte de prejuízos nas plataformas criadas para o efeito".
Montalegre cancela festa de sexta-feira 13 de fevereiro
A Câmara de Montalegre cancelou todas as atividades programadas para o evento "Sexta 13 - Noite das Bruxas" devido às previsões meteorológicas adversas, de chuva intensa e vento forte, anunciou hoje o município do distrito de Vila Real.
A noite das bruxas é festejada desde 2002 em todas as sextas-feiras 13 e tornou-se numa das bandeiras de Montalegre.
Na vila já se preparava a festa da próxima sexta-feira dia 13, no entanto, a câmara liderada por Fátima Fernandes anunciou hoje, em comunicado, que após ponderação conjunta com os bombeiros voluntários do concelho e as autoridades de saúde pública, foi deliberado o cancelamento de todas as atividades programadas para a noite das bruxas.
Segundo o calendário, em março há, de novo, uma sexta-feira 13.
"A Sexta 13 - Noite das Bruxas é um dos grandes símbolos que define a nossa identidade e atrai milhares de visitantes, tendo grande importância económica e cultural. Montalegre sabe receber, mas sabe, acima de tudo, cuidar. Por respeito a quem sofre e por precaução com quem nos visita, guardamos a mística da queimada para o próximo mês" , afirmou o município.
A autarquia justificou a decisão com a "gravidade do cenário meteorológico previsto - rio atmosférico - caracterizado por precipitação persistente e por períodos de chuva intensa, rajadas de vento forte, da ordem dos 80 a 90Km/h, fraca amplitude térmica, bem como a redução de visibilidade, riscos associados à ocorrência de cheias e inundações e derrocadas.
E apontou ainda para a declaração da situação de contingência determinada pelo Governo, que vigora até domingo e abrange concelhos de onde são provenientes muitos dos visitantes da noite das bruxas.
A Câmara de Montalegre acrescentou que este cancelamento é "também um gesto de profunda solidariedade para com as populações de todo o país que foram afetadas de forma tão grave pelas recentes intempéries".
"Sabemos que muitos dos nossos visitantes vêm de regiões fustigadas pelo mau tempo e, neste momento de dificuldade, o nosso espírito está com essas famílias e comunidades", referiu.
Lusa
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EN230 cortada após derrocada no concelho de Oliveira do Hospital
A Estrada Nacional (EN) 230 está cortada nos dois sentidos devido a uma derrocada que ocorreu entre Vila Pouca da Beira e em Avô, no concelho de Oliveira do Hospital, informou hoje o presidente da Câmara Municipal.
Um "grande deslizamento de terras" obrigou a encerrar a EN230, estrada que liga a EN17 (vulgarmente também identificada por Estrada da Beira), no cruzamento de Vendas de Galizes, à Covilhã (distrito de Castelo Branco), pela vertente Sul da Serra da Estrela, detalhou o presidente da Câmara de Oliveira do Hospital, José Francisco Rolo.
Em declarações à agência Lusa, o edil indicou que, por volta das 19:00, estavam a ser procuradas alternativas de circulação.
Segundo o presidente da Câmara de Oliveira do Hospital, no distrito de Coimbra, a derrocada ocorreu ao final da tarde de hoje, na sequência do mau tempo que se tem feito sentir nos últimos dias.
Lusa
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Câmara da Nazaré cria Gabinete de Apoio ao Lesado
O município da Nazaré disponibiliza, a partir de terça-feira, um Gabinete de Apoio ao Lesado, destinado a apoiar pessoas e empresas afetados pela intempérie, informou a Câmara.
O gabinete estará em funcionamento no Espaço Cidadão da Câmara Municipal da Nazaré e nas juntas de freguesia de Valado dos Frades e de Famalicão, nestes dois casos entre as 10:00 e as 12:00.
No gabinete será dada ajuda para formalização de pedidos de apoio à reparação de habitação própria e permanente, devendo os interessados apresentar documentos como Cartão de Cidadão, contactos (telefone e email), comprovativo de IBAN, registos fotográficos dos danos, orçamentos das reparações e documentos do imóvel (em função do valor dos prejuízos), pode ler-se num comunicado da autarquia.
Já os pedidos relacionados com a agricultura e produções agrícolas "carecem de documentação adicional, nomeadamente elementos de identificação da exploração, comprovativos de produção e enquadramento no Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas, I.P (IFAP)".
Neste caso é ainda obrigatório o registo 'online', o qual deve ser feito através da plataforma oficial da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento regional, disponível em https://sigecandidaturas.ccdrc.pt/
Os funcionários do município da Nazaré "estarão disponíveis para prestar apoio e esclarecimentos, ajudando no preenchimento dos formulários sempre que necessário", conclui o comunicado.
Lusa
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Cerca de 1.200 pessoas deslocadas em várias regiões de Portugal continental
Cerca de 1.200 pessoas de várias regiões de Portugal continental encontram-se hoje deslocadas das suas habitações como "medida preventiva" devido aos efeitos do mau tempo, sobretudo inundações, revelou a Proteção Civil, contabilizando 12.477 ocorrências desde 1 de fevereiro.
Num ponto de situação pelas 19h00, em conferência de imprensa na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide, concelho de Oeiras, distrito de Lisboa, o comandante Mário Silvestre disse que há um total de 1.272 pessoas retiradas de casa na sequência das condições atmosféricas adversas, segundo dados reportados até às 18h00.
Os casos de pessoas deslocadas, que tiveram de sair das casas como "medida preventiva", concentram-se na região Centro, nomeadamente Beira Baixa, Coimbra e Leiria, na região de Lisboa e Vale do Tejo, onde se destaca Almada, Peniche, Tomar, Torres Vedras, Óbidos, Lourinhã e Loures, no distrito de Beja, com Mértola e Vidigueira, e no Algarve, sobretudo em Vila Real de Santo António, de acordo com dados da Proteção Civil.
Em termos de zonas inundadas, o comandante nacional da ANEPC realçou Coimbra, Leiria, Beira Baixa, Beiras e Serra da Estrela, na região Centro; Grande Lisboa, Oeste, Lezíria do Tejo e Médio Tejo, na região de Lisboa e Vale do Tejo; Mértola, Odemira, Vidigueira e Ourique, na região do Alentejo; e Castro Marim, Lagoa, Portimão e Alcoutim, na região do Algarve.
Até ao momento, encontram-se ativados 11 planos distritais de emergência e proteção civil, entre os 18 distritos de Portugal continental, bem como "125 planos municipais e 19 declarações de situação de alerta decretadas pelos próprios municípios", revelou Mário Silvestre.
Adiado plenário de fevereiro da Assembleia dos Açores
O plenário de fevereiro da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores (ALRAA), que estava agendado para esta semana, foi adiado devido ao mau tempo, anunciou esta segunda-feira a presidência do parlamento.
"Na sequência dos constrangimentos provocados pelas condições meteorológicas adversas, que têm condicionado significativamente os voos interilhas, a conferência de líderes deliberou o adiamento do período legislativo do mês de fevereiro", adiantou a presidência da ALRAA numa nota enviada às redações.
O início do plenário regional deste mês estava agendado para terça-feira, às 10:00 locais (11:00 em Lisboa).
Segundo a nota, "foi decidido que o período legislativo de fevereiro terá início na terça-feira, dia 24 de fevereiro, pelas 10:00".
O plenário do parlamento açoriano acontece uma vez por mês na Horta, na ilha do Faial, o que obriga à deslocação dos deputados das outras ilhas do arquipélago.
Na agenda parlamentar, estava um debate de urgência sobre o fim dos apoios no âmbito do regime de financiamento público de iniciativas com interesse para a promoção do destino turístico Açores e dos apoios aos clubes desportivos para promoção turística no âmbito da Palavra Açores, apresentado pelo PS, e a apresentação do Relatório do Grupo de Trabalho para a Elaboração de uma Proposta de Revisão da Lei das Finanças Locais.
Da ordem de trabalhos faziam ainda parte, entre outros pontos, um projeto de decreto legislativo regional sobre transparência nos apoios ao setor agrícola (PS), um projeto de resolução relativo à classificação do arvoredo de interesse público nos Açores" (PAN) e outro para equiparação dos vencimentos e carreiras dos trabalhadores e trabalhadoras das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e Misericórdias aos da administração pública regional (BE).
Câmara de Abrantes admite "milhões de euros" de prejuízos
Os prejuízos provocados pelas tempestades e cheias em Abrantes ascendem a "milhões de euros", tendo o município já iniciado o processo de identificação e quantificação dos danos, disse o presidente da Câmara.
"Não há ainda uma ordem de grandeza concreta, mas não temos dúvidas de que estamos a falar de muitos milhões de euros de prejuízo no concelho", disse esta segunda-feira à Lusa o presidente da Câmara de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos (PS).
O autarca explicou que o município, no distrito de Santarém, já iniciou o processo de identificação e quantificação dos danos provocados pela depressão Kristin e pelas cheias no Tejo, para enquadrar candidaturas a apoios governamentais e comunitários no âmbito da situação de calamidade.
"Estamos abrangidos pela decisão do Conselho de Ministros e haverá apoios do Estado e da União Europeia para responder às dificuldades das pessoas, das empresas e do espaço público. O município estará disponível para acompanhar e reforçar essa resposta", acrescentou.
Manuel Jorge Valamatos recordou que, em 3 de fevereiro, o executivo aprovou por unanimidade a atribuição de 1,155 milhões de euros às 13 juntas e uniões de freguesia do concelho, no âmbito de contratos interadministrativos destinados a intervenções prioritárias a executar ao longo de 2026.
"Este pacote foi planeado há meses, com base em necessidades levantadas ao longo de 2025. A destruição causada agora pela tempestade e pelas cheias é uma realidade nova que vamos ter de analisar e quantificar", sublinhou.
O investimento aprovado no início do mês destina-se a pequenas reparações e melhorias em estradas, escolas, espaços públicos, jardins e cemitérios, identificadas pelas freguesias ao longo do último ano, sem relação com os estragos registados nas últimas semanas.
"É um sinal de grande confiança e articulação entre o município e as freguesias, permitindo responder com maior rapidez a problemas identificados no território", acrescentou o autarca.
Duas pessoas realojadas nos Açores devido a danos em telhado de habitação
Duas pessoas foram realojadas no concelho da Praia da Vitória, na ilha Terceira, Açores, após o registo de danos no telhado de uma habitação, informou o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA).
Segundo um comunicado do SRPCBA, devido ao mau tempo que está a afetar o arquipélago, registou-se "um dano no telhado de uma habitação no concelho da Praia da Vitória, situação que obrigou ao realojamento de duas pessoas".
"A resposta encontra-se a ser assegurada pelo Instituto da Segurança Social dos Açores (ISSA)", adiantou.
Figueiró dos Vinhos ainda tem 1.150 habitações sem eletricidade
O município de Figueiró dos Vinhos ainda tem 1.150 habitações por abastecer de energia, das quais cerca de 700 estão na freguesia de Arega, disse à Lusa o presidente da Câmara daquele concelho do distrito de Leiria.
"Reuni há pouco com a E-Redes, estamos esperançados que estes números se possam inverter", adiantou Carlos Lopes.
Ainda falta realizar "cerca de 300 intervenções em coberturas de habitações que se encontram danificadas", mas "as condições climatéricas continuam a não dar tréguas e há pessoas que não conseguem realizar o trabalho nos seus telhados", acrescentou.
Segundo Carlos Lopes, as principais dificuldades são repor a energia e, "ao mesmo tempo, resolver as questões que ainda faltam", nomeadamente recuperar mais de 200 habitações.
"Das cerca de mil habitações atingidas, chegámos a mais de 700", salientou o autarca.
O número de deslocados não é possível aferir, reconheceu o presidente da Câmara, explicando que muitas saíram para casa de familiares e amigos. Dos seis desalojados, ainda permanecem quatro - dois na Santa Casa da Misericórdia e outros dois numa casa cedida pela autarquia.
Carlos Lopes ainda não fez a contabilização dos prejuízos, mas acredita que rondarão as centenas de milhares ou até milhões de euros, tendo em conta os danos em infraestruturas públicas, empresas e prejuízos pessoais. "Será um valor muito grandioso", admitiu.
A normalidade "será um processo que não será célere".
Chaves ativa Plano Municipal de Emergência por risco de cheias no Tâmega
A Câmara de Chaves ativou o Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil por causa das previsões de chuva intensa e do risco de cheias e inundações no rio Tâmega, informou o município.
"Temos que estar preparados para todos os níveis de risco que possam, eventualmente, acontecer nos próximos dias", afirmou à agência Lusa Nuno Vaz, presidente da Câmara de Chaves, no norte do distrito de Vila Real.
Abrantes cancela Feira de S. Matias
A Câmara de Abrantes cancelou a edição deste ano da Feira de S. Matias, prevista para o Aquapolis Sul entre fevereiro e março, devido aos danos provocados pelo mau tempo e pelas cheias no espaço público ribeirinho.
"O município entende que não estão reunidas as condições para a realização da feira, não só pelo elevado grau de destruição do espaço público, mas também por questões de gestão e segurança", lê-se no comunicado.
A feira estava anunciada para decorrer entre 27 de fevereiro e 15 de março, em Rossio ao Sul do Tejo, junto ao Aquapolis Sul, zona fortemente afetada pelas cheias e que ficou totalmente submersa nos últimos dias.
Lusa
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Total de 45 mil clientes sem energia elétrica em Portugal continental às 17h30
Um total de 45 mil clientes da E-Redes em todo o território nacional continua sem abastecimento de energia elétrica, dos quais cerca de 37 mil na zona afetada pela depressão Kristin, informou a empresa.
Segundo o mais recente balanço do operador de distribuição de eletricidade, numa nota envida à Lusa, às 17h30 desta segunda-feira, "a E-Redes tinha por alimentar cerca de 37 mil clientes na zona da depressão Kristin, dos quais 27 mil em Leiria, sete mil em Santarém, dois mil em Castelo Branco e mil em Coimbra".
Sem abastecimento de energia está "um total de 45 mil clientes em todo o território continental", acrescentou a empresa.
Lusa
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Governo dos Açores aciona apoio financeiro aos pescadores
O Conselho Administrativo do Fundo Pesca, órgão consultivo criado pelo Governo dos Açores, ativou esta segunda-feira o apoio financeiro aos pescadores da região, no valor de 439,53 euros, devido à perda de rendimentos provocada pelo mau tempo nas últimas semanas.
"Decidimos acionar o Fundo Pesca, atribuindo um apoio de compensação salarial aos profissionais da pesca na ordem dos 439 euros e 53 cêntimos", explicou a diretora regional das Pescas, Andreia Henriques, aos jornalistas no final da reunião daquele órgão, que se realizou na cidade da Horta.
Segundo explicou, esta decisão surge na sequência da perda de rendimento dos profissionais da pesca açoriano, que estiveram impedidos de exercer a sua atividade durante vários dias, nos meses de dezembro de 2025 e de janeiro de 2026, devido às más condições climatéricas que se fizeram sentir na região, em especial no estado do mar.
Lusa
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Duas pessoas realojadas nos Açores devido a danos em telhado de habitação
Duas pessoas foram esta segunda-feira realojadas no concelho da Praia da Vitória, na ilha Terceira, Açores, após o registo de danos no telhado de uma habitação, informou o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA).
Segundo um comunicado do SRPCBA, devido ao mau tempo que está a afetar o arquipélago, registou-se "um dano no telhado de uma habitação no concelho da Praia da Vitória, situação que obrigou ao realojamento de duas pessoas".
"A resposta encontra-se a ser assegurada pelo Instituto da Segurança Social dos Açores (ISSA)", adiantou.
Lusa
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"Há vários rios em perigo de inundação": Proteção Civil faz balanço do mau tempo em Portugal continental
A Proteção Civil alertou, esta segunda-feira, para a elevada possibilidade de inundação em vários rios no País.
Em conferência de imprensa, pelas 19h00, o responsável indicou que os cursos de água na zona norte, mais concretamente no Minho, serão os que mais vão sofrer com o impacto da elevada pluviosidade.
"Os nossos rios neste momento estão no limite da capacidade", explica Mário Silvestre.
Encontram-se 11 planos de emergência distritais ativados assim como 125 planos municipais.
Nas operações estão destacados 43617 operacionais apoiados por 17317 meios.
Correio da Manhã
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Turismo do Alentejo e Ribatejo exige apoios do Governo para empresários afetados
O mau tempo provocou danos em estruturas e unidades turísticas de vários concelhos do Alentejo e Ribatejo, disse esta segunda-feira o presidente da entidade regional de turismo, exigindo do Governo apoios "a fundo perdido" para o setor.
"O que se exige são respostas rápidas e que não se compadecem com linhas de crédito", afiançou à agência Lusa o presidente da Entidade Regional de Turismo (ERT) do Alentejo e Ribatejo, José Santos.
De acordo com este responsável, no concelho de Alcácer do Sal, distrito de Setúbal, o mau tempo "afetou praticamente toda a restauração", assim como "alguns alojamentos locais, inclusive um hotel, ainda que não estivesse a funcionar".
Lusa
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FPF admite reforço de verba para ajudar clubes afetados
O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Pedro Proença, admitiu esta segunda-feira em Leiria a possibilidade de haver um reforço da verba para apoio aos clubes afetados pelas recentes intempéries.
As candidaturas ao Fundo de Apoio Urgente às Catástrofes Naturais da FPF, no valor de 100 mil euros, abriram na sexta-feira, abrangendo clubes, sociedades desportivas e associações.
Lusa
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Associação de exibidoras de cinema pondera medidas de apoio do Governo
A Associação Portuguesa de Empresas Cinematográficas (APEC) está a estudar as medidas de apoio do Governo aos exibidores afetados pelo mau tempo e pondera um pedido adicional ao Ministério da Cultura, disse à Lusa fonte da entidade.
De acordo com o diretor-geral da APEC, Fernando Ventura, que representa as principais exibidoras de cinema no país, o mau tempo teve impacto sobretudo na região de Leiria, com o montante de prejuízo nas salas de cinema ainda a ser apurado.
"A APEC, em conjunto com os exibidores afetados, está a estudar as medidas de apoio já disponibilizadas pelo Governo, não excluindo um pedido adicional de apoio ao Ministério da Cultura", afirmou o diretor-geral.
Proença-a-Nova tem 7 milhões de euros de prejuízos em espaços públicos
O concelho de Proença-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, numa avaliação preliminar, regista só em espaços públicos cerca de sete milhões de euros (ME) de prejuízos, revelou esta segunda-feira à Lusa o presidente da Câmara.
"Só em edifícios e espaços públicos do concelho temos cerca de sete milhões de euros, que vamos reportar à CCDRC [Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro]. Depois há ainda os prejuízos de privados. Temos as empresas e cerca de 500 habitações danificadas", adiantou João Lobo à agência Lusa.
O autarca disse ainda que a reposição do fornecimento de energia elétrica no concelho está praticamente concluído e espera que isso aconteça ainda durante esta segunda-feira.
Lusa
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Inundações e desmoronamentos condicionam 10 vias no distrito do Porto
Dez vias, menos uma do que de manhã, estavam, pelas 16h30, condicionadas ao trânsito no distrito do Porto, sobretudo devido a desmoronamentos e inundações, designadamente em Gondomar, Baião, Gaia, Amarante, Marco de Canaveses e Felgueiras, revelou a GNR.
A diferença reside no facto de em Vila Nova de Gaia, a Rua Eugénio Paiva Freixo, em Crestuma, ter sido reaberta ao trânsito, continuando condicionada a Alameda Praia de Arnelas, devido a inundação motivada pela subida no rio Douro.
Nos casos restantes, o Comando Territorial do Porto refere que em Zebreiros, no concelho de Gondomar, mantém-se condicionada a Rua Beira Rio, por inundação do rio Douro, somando-se na Foz do Sousa o caminho de acesso ao Parque de Travassos, por inundação do rio Sousa.
Por seu lado, em Santa Marinha do Zêzere, no concelho de Baião, um desmoronamento condicionou a Rua 20 de Junho e, pelo mesmo motivo, estão encerradas em Amarante as Estradas Nacionais (EN) 15 (ao quilómetro 74.800, em Candemil), a EN 101 (ao quilómetro 139.300, em Padronelo) e a Rua de Enfincas, em Vila Caiz.
No Marco de Canaveses, o aluimento de uma via mantém fechada a Rua dos Tapadas (Sobretâmega), somando-se a Rua S. Mamede (Constance), esta condicionada devido a uma inundação.
Ainda na Lixa, concelho de Felgueiras, está condicionada a Rua Dom António Ferreira Gomes por desmoronamento.
Perante estas situações, a GNR pede aos automobilistas para planear antecipadamente os percursos, utilizar vias alternativas e cumprir a sinalização temporária no local.
Água baixou 5 a 6 centímetros em Montemor-o-Velho, mas deverá voltar a subir
O nível da água nos campos agrícolas junto à Ereira, Montemor-o-Velho, que tem isolado aquela freguesia, baixou 5 a 6 centímetros durante a noite e manhã de hoje, mas deverá voltar a subir, disse fonte autárquica.
A revelação foi feita à agência Lusa pelo presidente da Junta da Ereira, Nelson Carvalho: "A água desceu um bocadinho, cinco, seis centímetros. É natural que ao final do dia possa estar igual ao que estava ontem [domingo] à noite, isto quer dizer que tivemos um dia sem subir, o que já é muito bom", evidenciou.
A subida e descida do nível de água junto à Ereira decorre do caudal do rio Mondego -- que ao longo do dia de hoje foi reduzido na Ponte-Açude de Coimbra, para os 1.270 metros cúbicos por segundo (m3/s), depois de ter passado o fim de semana em níveis em redor de 1.600 m3/s -- que, por sua vez, afeta diretamente a água que escoa para os campos do vale central.
O Mondego descarrega um máximo de 800 m3/s para os campos agrícolas da margem direita, e esta água flui para jusante, parte da qual chegando à Ereira e zonas adjacentes a Montemor-o-Velho pelo chamado leito abandonado (9 m3/s) e vala da Ereira (3 m3/s).
Número de desalojados sobe para 87 na região Oeste
O número de desalojados na região Oeste subiu para 87 devido ao mau tempo, depois de muitos terem saído de casa primeiro por precaução e depois terem ficado com as suas habitações destruídas por deslizamentos de terras.
Desde 28 de janeiro, o Sub-Comando de Emergência e Proteção Civil do Oeste contabiliza 87 desalojados (no domingo eram 39), dos quais oito já regressaram a casa em Alcobaça, segundo o balanço feito pelo comandante Carlos Silva à agência Lusa após uma reunião dos meios regionais da Proteção Civil.
"Muitas pessoas que saíram por precaução das suas casas vieram a ficar desalojadas, porque as suas habitações ficaram completamente destruídas", justificou.
Dos atuais 79 desalojados, 48 são de Arruda dos Vinhos, dos quais oito ficaram com "danos estruturais na habitação" e os restantes saíram por precaução devido a deslizamento de terras, tendo sido realojados em casas do município ou de familiares.
Registam-se ainda 10 desalojados no Sobral de Monte Agraço, sete na Lourinhã, seis em Alenquer, três em Torres Vedras, três na Nazaré e dois no Cadaval, devido ao facto de as suas habitações terem ficado parcial ou totalmente destruídas seja por inundações ou deslizamentos de terras, obrigando-as a ficar realojadas em casas de familiares ou dos municípios.
Linha do Oeste vai demorar "no minimo nove meses" a ficar operacional
O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, admitiu esta segunda-feira que a linha ferroviária do Oeste vai demorar "no mínimo nove meses" a ficar totalmente operacional, na sequência dos danos causados pelas tempestades que assolaram o território nacional.
No final de uma reunião com as várias entidades do setor das infraestruturas, Miguel Pinto Luz disse que "quando as águas recuarem, será possível reabrir algumas infraestruturas, mas há outras que demorarão três meses, outras serão para mais".
"São trabalhos longos, mas o país está mobilizado em todas as suas dimensões para regressar o mais rapidamente possível à normalidade", afirmou ainda, referindo-se à colaboração entre autarquias, Estado e setor privado.
Lusa
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Mesão Frio e Santa Marta de Penaguião prolongam Situação de Alerta Municipal
Os municípios de Mesão Frio e Santa Marta de Penaguião, no sul do distrito de Vila Real, decidiram prolongar a Situação de Alerta de Âmbito Municipal devido às previsões de chuva intensa e vento, foi esta segunda-feira divulgado.
A Câmara de Mesão Frio, presidida por Paulo Silva, disse esta segunda-feira, em comunicado, que neste concelho se regista, "de forma continuada, instabilidade de taludes, interdições rodoviárias em várias vias do concelho e avisos de cheias em todas as zonas ribeirinhas".
Por isto e pela persistência de condições meteorológicas adversas, a autarquia decidiu prolongar até domingo a Situação de Alerta de Âmbito Municipal, declarada no dia 03 de fevereiro.
Lusa
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Construtoras da região de Leiria focadas no apoio à reconstrução
A Associação Regional dos Industriais de Construção e Obras Públicas de Leiria e Ourém (Aricop) garantiu esta segunda-feira que o foco das empresas está na recuperação do território, garantindo empenho no esforço coletivo para minorar o impacto da depressão Kristin.
"Desde o primeiro momento que esse tem sido o foco das empresas do setor, também por nossa sensibilização", afirmou à agência Lusa o secretário-geral da Aricop, Nuno Margarido, justificando com o facto de deixarem de estar asseguradas "as condições básicas das habitações e outros edifícios".
De acordo com Nuno Margarido, a Aricop registou "algumas empresas associadas com danos muito significativos, inclusive sem capacidade de produção", e defendeu ser "necessário assegurar apoios a fundo perdido".
Lusa
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LNEC mandatado para fazer auditoria a todas as infraestruturas
O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, anunciou esta segunda-feira que mandatou o LNEC para efetuar "uma grande auditoria a todas as obras de arte e infraestruturas críticas" na sequência das tempestades que têm afetado o território nacional.
No final de uma reunião com as várias entidades do setor das infraestruturas, Miguel Pinto Luz disse que o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) foi o organismo mandatado para liderar essa auditoria porque as grandes infraestruturas, como "grandes taludes e pontes", não podem "estar em causa em situações limite" como aquelas que têm sido vividas no país.
O ministro das Infraestruturas disse ainda que a auditoria às infraestruturas será feita "nos próximos meses, nos próximos anos".
Lusa
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Cemitério em Sobral de Monte Agraço destruído pelo mau tempo
Um muro no cemitério de Sapataria, em Sobral de Monte Agraço, caiu, danificando parte das campas no local.
As imagens ilustram os estragos provocados no cemitério devido ao mau tempo intenso dos últimos dias.
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Cerca de 14% da população de Ourém sem energia elétrica
Cerca de 14% da população do concelho de Ourém, no distrito de Santarém, mantém-se sem energia elétrica quase 15 dias após a passagem da depressão Kristin, lamentou o presidente da autarquia, Luís Albuquerque.
Em declarações à agência Lusa, Luís Albuquerque referiu que, de acordo com os últimos dados da E-Redes, "a percentagem de pessoas sem eletricidade é ainda de 14%, cerca de 4.500 pessoas", um pouco por todo o concelho.
"Há diversos locais onde ainda não foi possível restabelecer a ligação, especialmente mais no norte do concelho, o que não deixa de ser preocupante tendo em conta que já estamos quase há 15 dias desde a depressão. As pessoas estão a ficar desesperadas", contou.
Atlânticoline cancela viagens marítimas entre Corvo e Flores na terça-feira
A empresa de transporte marítimo de passageiros e viaturas nos Açores cancelou as viagens marítimas de terça-feira entre as ilhas do Corvo e das Flores, no grupo Ocidental, devido ao mau tempo.
A Atlânticoline informou, em comunicado publicado na sua página da Internet, que cancelou as viagens da Linha Rosa previstas para terça-feira entre as ilhas do Corvo e das Flores, "devido às condições meteorológicas adversas à navegação".
Pelas mesmas razões, a empresa também cancelou a viagem da tarde de segunda-feira da Linha Verde (Horta/Cais do Pico/Velas/Cais do Pico/Horta) que faz a ligação entre as ilhas do triângulo (Horta, Pico e São Jorge).
A empresa agradece a compreensão dos passageiros e lamenta "quaisquer transtornos" que os cancelamentos possam causar.
Devido ao mau tempo, também foram cancelados vários voos do grupo açoriano de aviação SATA.
Segundo informação da página da Internet da ANA Aeroportos de Portugal, desde as 7h00 locais de segunda-feira (mais uma hora em Lisboa) que foram cancelados voos com partida e chegada a Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, da Azores Airlines (Madeira) e da Sata Air Açores (Terceira, Pico, Flores, Corvo e São Jorge).
Rio Guadiana já "baixou significativamente" em Alcoutim
O nível do Rio Guadiana "baixou significativamente", mas continua "fora do leito", disse o presidente da Câmara de Alcoutim, antecipando danos com "alguma gravidade" na praia fluvial e nas estruturas de apoio à navegação.
Paulo Paulino disse à agência Lusa que é cedo para quantificar os prejuízos, porque há zonas ainda submersas onde não é possível chegar, mas indicou que um dos locais onde houve "estragos maiores" foi a praia fluvial de Alcoutim, situada numa ribeira que desagua no rio e que ficou inundada.
"O bar da praia, os equipamentos que fazem parte da praia, portanto, os balneários, as enfermarias, as casas de banho, todas aquelas estruturas da envolvência da praia se encontram com danos, e danos de alguma gravidade em termos construtivos", diagnosticou o presidente daquela Câmara do distrito de Faro.
Há também a contabilizar estragos na zona baixa da vila de Alcoutim, onde "existia uma lavandaria e uma casa de apoio à marítimo-turística existente", assinalou o autarca, indicando que, além da sede de concelho, a subida do rio também afetou Laranjeiras e Guerreiros do Rio, localidades onde foram atingidos quiosques, apoios de pescas e bares.
"Nas infraestruturas dos cais acostáveis, todos eles sofreram danos enormíssimos. Em Guerreiros do Rio e Laranjeira estão mesmo completamente destruídos", assinalou, esclarecendo que, em Alcoutim, estas estruturas também foram afetadas, mas algumas ainda poderão ser recuperadas ou reparadas.
Também ficaram danificadas pela água casas de apoio aos pescadores e um bar em Laranjeiras, enquanto em Guerreiros do Rio o "quiosque que lá estava, também de comidas e bebidas, sofreu danos", apontou.
Paulo Paulino disse também que, no que respeita a habitações, "há a registar apenas quatro casas que sofreram alguns danos com a entrada de água", junto à estrada marginal que liga Alcoutim a Laranjeiras e Guerreiros do Rio, localidades situadas na margem do Guadiana, cerca de uma dezena de quilómetros a sul de Alcoutim.
"Depois, há aqui os apoios agrícolas e a parte da agricultura, mas ainda não temos nenhum registo profundo daquilo que aconteceu", afirmou o presidente da autarquia algarvia, salientando que é "provável" a existência de prejuízos com tratores, motores de rega e utensílios utilizados na prática agrícola ao longo das margens inundadas e que habitualmente são utilizadas como espaços de cultivo.
Questionado sobre a quantificação dos prejuízos, Paulo Paulino respondeu que o município vai ainda ter de efetuar um "levantamento exaustivo" dos danos, justificando que "ainda não está feito" porque o rio "está fora do leito normal".
O presidente da Câmara de Alcoutim alertou que o município continua atento ao nível do rio, porque as previsões dão conta de novos episódios de precipitação ao longo desta semana e as barragens de Alqueva, Pedrógão ou Chança (Espanha) podem ter de efetuar mais descargas para o rio.
Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Gaia ativo até domingo
A Câmara de Vila Nova de Gaia tem ativo até domingo o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil (PMEPC), lê-se no despacho datado de sábado e publicado esta segunda-feira no site da autarquia.
No documento, a autarquia do distrito do Porto informa que a ativação do PMEPC de Vila Nova de Gaia surge com efeitos reportados ao período compreendido entre as 0h00 de 5 de fevereiro e as 23h59 de 15 de fevereiro, podendo a mesma ser prorrogada caso a evolução da situação o venha a justificar.
O executivo determina que a ativação do PMEPC de Vila Nova de Gaia seja imediatamente comunicada ao Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Área Metropolitana do Porto, aos representantes da Comissão Municipal de Proteção Civil, aos serviços municipais e demais entidades com intervenção prevista no Plano, às juntas de freguesia, bem como aos Serviços Municipais de Proteção Civil dos municípios adjacentes (Porto, Gondomar, Espinho e Santa Maria da Feira).
No despacho, lê-se ainda que o Serviço Municipal de Proteção Civil de Vila Nova de Gaia se mantém em acompanhamento permanente da situação, assegurando a monitorização meteorológica e hidrológica, a articulação institucional e o enquadramento das operações municipais de proteção e socorro, em harmonia com o PMEPC em vigor e com o Sistema de Gestão de Operações.
Com esta ativação do plano, a autarquia garante a unidade de direção das ações a desenvolver, a coordenação técnica e operacional dos meios a empenhar e a adequação das medidas de caráter excecional a adotar.
Estrada colapsa após inundações em Alcácer do Sal
Correio da Manhã
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Exército entrega a Porto de Mós 300 quilos de ração para cães
O Exército, através do Regimento de Paraquedistas, entregou esta segunda-feira ao Município de Porto de Mós, no distrito de Leiria, 300 quilos (kg) de ração para cães para serem distribuídas por associações afetadas pelas recentes tempestades.
"Foram cedidos 20 sacos de ração para cães, com 15 kg cada, num total de 300 kg, destinados a apoiar as associações de proteção animal do concelho, cujas reservas de donativos foram significativamente afetadas", informou o Exército em comunicado enviado à agência Lusa.
O material será distribuído pelo Município de Porto de Mós de acordo com as necessidades identificadas junto das entidades beneficiárias.
"Esta ação enquadra-se no apoio continuado do Exército às populações e às comunidades locais, contribuindo não apenas para a proteção de pessoas e bens, mas também para a salvaguarda do bem-estar animal, particularmente em contextos de emergência", acrescentou.
Lusa
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Câmara de Lamego ativa Plano Municipal de Emergência
A Câmara de Lamego, no distrito de Viseu, decidiu esta segunda-feira ativar o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil, atendendo ao "agravamento severo das condições meteorológicas" que afetam o concelho.
"A saturação extrema dos solos, provocada pela precipitação persistente, tem gerado instabilidade geológica em todo o território", justificou a autarquia, em comunicado.
O último balanço do Serviço Municipal de Proteção Civil de Lamego apontou para "258 ocorrências desde o início da intempérie, sendo a maioria (168) relativas a movimentos de massa (deslizamentos de terras e quedas de muros) e inundações".
Lusa
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Imagens mostram danos provocados pelo mau tempo em habitação em Mafra
Os efeitos provocados pela passagem do mau tempo em Mafra fizeram-se sentir junto às habitações, na passada quarta-feira.
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Correio da Manhã
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Carnaval de Buarcos na Figueira da Foz adiado devido ao estado de calamidade
O Carnaval de Buarcos, na Figueira da Foz, foi adiado e não se realizará qualquer desfile até ao próximo dia 15, na sequência do estado de calamidade em vigor no concelho.
A decisão foi tomada pelo presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, em articulação com a Junta de Freguesia de Buarcos, e já foi comunicada às escolas de samba e aos grupos participantes.
Para já, não existe uma nova data definida para a realização dos desfiles, sendo pedido que sejam suspensas as ações de divulgação até haver nova indicação.
Correio da Manhã
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Mais de 160 vias afetadas no distrito de Santarém devido ao mau tempo
O distrito de Santarém regista esta segunda-feira 162 vias cortadas ou condicionadas devido às cheias na bacia do Tejo, que continuam a provocar inundações urbanas, estradas submersas e isolamentos de populações nos concelhos da Lezíria do Tejo e Médio Tejo.
Num aviso divulgado pelo Comando Regional de Lisboa e Vale do Tejo da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), é referido que a informação da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) indica a manutenção dos caudais elevados no rio Tejo e prevê que a situação se prolongue nas próximas horas.
Os efeitos das cheias acumulam-se em praticamente todos os municípios ribeirinhos do Tejo. Em Salvaterra de Magos, permanecem submersos troços de ligação entre Salvaterra, Foros de Salvaterra, Marinhais, Muge e Escaroupim, incluindo a Ponte Rainha D. Amélia, que está cortada.
Lusa
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Câmara de Alcácer do Sal quer apoio do Exército para estabilizar encosta do castelo
A Câmara de Alcácer do Sal solicitou a intervenção do Exército para estabilizar a encosta do castelo, onde têm ocorrido deslizamentos de terra recentes, "em diversos locais e de forma repetida", anunciou esta segunda-feira o município.
Em comunicado na sua página na rede social Facebook, esta autarquia do distrito de Setúbal, cuja zona ribeirinha tem sido alvo de cheias desde o dia 28, quando o rio Sado galgou as margens, disse que pediu o apoio de diferentes entidades sobre "os recentes deslizamentos de terra" na encosta do castelo da cidade.
Lusa
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Caudais do Tejo descem, mas Médio Tejo mantém alerta vermelho
A descida dos caudais do Tejo aliviou a pressão nas zonas ribeirinhas do Médio Tejo, mas a previsão de chuva e os efeitos da tempestade mantêm o Plano de Emergência para cheias em nível vermelho.
"Apesar da diminuição dos caudais no Tejo e nos seus afluentes, o plano de cheias vai manter-se no nível vermelho, porque a pluviosidade prevista obriga a uma monitorização constante e a um alerta muito apertado", disse à agência Lusa o comandante sub-regional da Proteção Civil do Médio Tejo, David Lobato.
Segundo os dados hidrométricos registados às 12h00, o caudal medido em Almourol fixava-se em 4.003,9 metros cúbicos por segundo (m³/s), enquanto as descargas combinadas das barragens de Castelo de Bode (651 m³/s), Pracana (189 m³/s) e Fratel (2.242 m³/s) totalizavam 3.082 m³/s.
Lusa
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Centros de diálise garantiram sempre tratamentos aos doentes renais
A Associação Nacional de Centros de Diálise informou esta segunda-feira que a rede nacional tem estado totalmente operacional, garantindo os tratamentos aos doentes renais, apesar da gravidade dos temporais que têm assolado o país.
Em comunicado, a ANADIAL recorda que a insuficiência renal crónica exige "um rigor extremo" no cumprimento do calendário terapêutico e que estes doentes não podem permanecer sem tratamento por um período superior a 48 horas, sob grave risco de vida.
Os centros de diálise, conscientes desta vulnerabilidade, acionaram os seus planos de contingência, assegurando energia através dos seus geradores e mantendo as equipas técnicas no terreno, mesmo nas zonas mais fustigadas pelas intempéries, acrescenta.
Lusa
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Proteção Civil alerta para risco de inundações em várias bacias hidrográficas
A Proteção Civil alertou esta segunda-feira para o risco de inundações em várias bacias hidrográficas, sobretudo no Norte e Centro do país, lembrando que a precipitação para as próximas horas será elevada e poderá agravar a situação.
"[Há] risco significativo de inundações para o Rio Mondego, Rio Tejo, Rio Sorraia e Rio Sado. [E] risco de inundações para o Vouga, Águeda, Lima, Cávado, Ave, Douro, Tâmega, Lis e Guadiana", destacou o comandante nacional da Proteção Civil, Mário Silvestre.
Em conferência de imprensa na sede Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide, Oeiras, no distrito de Lisboa, o responsável reforçou a necessidade de "particular atenção" aos rios situados mais a norte de Portugal continental.
"A previsão de precipitação para estas bacias é bastante elevada para o dia de amanhã [terça-feira], podendo haver, nomeadamente no Vouga, no Águeda, no Lima, no Rio Minho e no Cávado, situações que poderão causar inundações", alertou o responsável.
A Proteção Civil pediu ainda prudência às populações destas regiões, lembrando que terça-feira "poderá ser um dia que poderá novamente trazer inundações mais complicadas e com maior risco".
No balanço operacional das 12:30, Mário Silvestre adiantou também que há "11 planos distritais ativados, 124 planos municipais e estão declaradas situações de alerta em 19 municípios".
Lusa
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Porto com Plano de Emergência de Proteção Civil ativo até domingo
O município do Porto terá ativo até às 23h59 de domingo o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil (PMEPC), após o Governo ter colocado 48 concelhos em situação de contingência devido à ocorrência ou risco elevado de cheias e inundações.
"A ativação do PMEPC visa reforçar a prontidão, a coordenação institucional e a capacidade de resposta municipal, assegurando a articulação entre os diversos agentes de proteção civil, serviços municipais e entidades com responsabilidades na prevenção, monitorização e resposta a situações de risco", esclareceu a autarquia no seu 'site'.
O plano encontra-se ativo desde as 00h00 de domingo.
Lusa
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Registadas no Algarve 31 ocorrências em 24 horas sem danos pessoais devido ao mau tempo
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) registou, em 24 horas, 31 ocorrências relacionadas com o mau tempo no Algarve, a maioria deslizamentos, derrocadas e quedas de estruturas, foi esta segunda-feira divulgado.
Segundo um comunicado do Comando Regional de Emergência e Proteção Civil (CREPC) do Algarve, as ocorrências foram registadas entre as 12h00 de domingo e as 12h00 desta segunda-feira, em vários dos 16 concelhos do distrito de Faro, "sem registo de vítimas".
As operações envolveram 119 operacionais, apoiados por 47 meios terrestres, em trabalhos de limpeza e desobstrução de vias (oito), movimentos de massa (cinco), queda de estruturas (cinco), acumulação de águas pluviais (três), quedas de árvores (três) e um salvamento terrestre, especificou a Proteção Civil.
Lusa
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Leiria abre armazém solidário para doações de materiais de construção
Um armazém solidário foi aberto no Mercado do Falcão, em Leiria, junto ao aeródromo, para entrega e recolha de materiais de construção, anunciou esta segunda-feira o município, um dos mais afetados pelo mau tempo.
Segundo uma nota publicada na página da autarquia, o armazém solidário funciona entre as 09:00 e as 17:00 para apoiar quem mais precisa.
As maiores necessidades neste momento, refere a informação divulgada, são telhasol 10, telhasol 12, telhões para telhasol, telha Marselha antiga, telha Margon Juncal (esquerda e direita), telha Umbelino Monteiro, telha CS modelo F2 e telhões para telha CS.
"Se tem materiais disponíveis ou conhece quem possa ajudar, a sua contribuição faz a diferença", apela a autarquia.
Lusa
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Ferreira do Zêzere pede ajuda urgente a empresas da construção civil
A falta de equipas técnicas especializadas está a atrasar a recuperação das casas afetadas pela depressão Kristin em Ferreira do Zêzere, levando o presidente da câmara a pedir ajuda urgente às empresas de construção civil de todo o país.
"Sem equipas técnicas especializadas e reforço operacional imediato, muitas famílias continuarão expostas e a recuperação será demasiado lenta", afirmou esta segunda-feira o presidente da Câmara Municipal de Ferreira do Zêzere, em comunicado.
Na nota, Bruno Gomes (PS) salienta que "centenas de famílias continuam a enfrentar falhas no fornecimento elétrico e danos estruturais nas habitações", mais de uma semana após o temporal que atingiu este município do distrito de Santarém.
Lusa
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Comerciantes limpam destroços provocados pelo mau tempo em Alcácer do Sal
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Correio da Manhã
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Forças Armadas mantêm apoio às populações com 2.500 militares no terreno
Cerca de 2.500 militares estão atualmente no terreno a apoiar as populações afetadas pelas tempestades que assolaram Portugal continental nas últimas semanas, tendo resgatado 252 pessoas desde 28 de janeiro, anunciou esta segunda-feira o Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA).
Em comunicado, o EMGFA -- que agrega informação da Marinha, Força Aérea e Exército -- detalha que esta segunda-feira, pelas 10h00, estavam empenhados 2.589 militares, 274 viaturas e 21 máquinas de engenharia.
Além disto, estão no terreno 67 botes e duas lanchas anfíbias de reabastecimento.
Lusa
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Figueira da Foz promove reuniões pelas freguesias para divulgar medidas de apoio
A Câmara da Figueira da Foz iniciou esta segunda-feira sessões informativas junto da população do concelho para dar a conhecer as medidas de apoio em vigor para acudir aos prejuízos causados pela depressão Kristin.
As reuniões vão prolongar-se até quarta-feira, abrangendo todas as freguesias deste concelho do litoral do distrito de Coimbra, que sofreu muitos estragos provocados pela passagem daquela tempestade na madrugada de 28 de janeiro.
"As sessões têm o propósito esclarecer dúvidas, apoiar os processos de candidatura aos diferentes apoios disponíveis e assegurar que todos os munícipes/fregueses e entidades afetadas, dispõem de informação necessária para aceder às medidas previstas", avançou o município, em comunicado.
As primeiras reuniões realizaram-se esta manhã nas sedes das juntas de Freguesia de Alqueidão e São Pedro, prosseguindo durante a tarde nas freguesias de Paião, Marinha das Ondas e Tavarede.
Lusa
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Proteção Civil espera cheias, deslizamento de terras e pede que se evite estradas inundadas e túneis
A Proteção Civil alertou, esta segunda-feira, para a possibilidade de cheias, deslizamento de terras e isolamento de vias devido à continuação do mau tempo em Portugal. Em conferência de imprensa, apelaram ainda à população que evite a circulação em estradas inundadas e túneis.
Num balanço feira pelas 12h30, a empresa indiciou que 56 mil clientes da E-redes continuam sem abastecimento de energia elétrica.
Deste número, 48 mil clientes estão relacionados com perturbações provocadas pela depressão Kristin.
Correio da Manhã
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Benavente pede ao Governo isenção temporária de portagens na A13 e A10
O município de Benavente pediu ao Governo a isenção temporária de portagens na A13 e na A10, devido às cheias que encerraram várias estradas e estão a provocar graves constrangimentos na mobilidade, disse esta segunda-feira à Lusa a presidente da Câmara.
Em declarações à agência Lusa, Sónia Ferreira explicou que o pedido tem caráter urgente, uma vez que "muitos automobilistas, incluindo alunos e trabalhadores", são obrigados a recorrer às autoestradas para assegurar deslocações essenciais, face ao encerramento de vias municipais e nacionais.
A autarca adiantou que a várzea entre Benavente e Samora Correia está totalmente submersa e deverá manter-se encerrada durante vários dias, uma vez que "a água não tem para onde escoar".
Lusa
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Rio Douro "estável" mas alertas e medidas preventivas são para manter
A situação no rio Douro "tem estado estabilizada", mas devido à "previsível maior pluviosidade" o alerta vermelho para risco de cheias e as medidas de prevenção são para manter, disse o comandante adjunto da Capitania do Douro.
"A situação no rio Douro nestes últimos dias tem estado mais estabilizada. Os caudais lançados pelas várias barragens têm sido mais baixos e isso tem permitido que a cota do rio tenha ficado um pouco mais baixa do que na semana passada. No entanto, com a aproximação de maior pluviosidade para amanhã [terça-feira], quarta-feira e durante esta semana acreditamos que os caudais possam subir", disse Pedro Cervaens, num ponto de situação à agência Lusa cerca das 11h00.
Lusa
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Ministro garante que "grande maioria" das escolas já reabriu
O ministro da Educação afirmou esta segunda-feira que "a grande maioria" das escolas atingidas pelo mau tempo já reabriu e que as outras reabrem até terça-feira, à exceção de uma em Leiria cujas obras vão demorar duas ou três semanas.
Em declarações aos jornalistas em Braga, durante a inauguração de dois Centros Tecnológicos Especializados na Escola Secundária Sá de Miranda, Fernando Alexandre sublinhou que "a quase totalidade" dos alunos já teve aulas na semana passada.
"As escolas que ainda não abriram praticamente iam todas reabrir esta segunda-feira, algumas amanhã [terça-feira], há uma escola em Leiria que é uma situação mais complexa, que é uma escola grande e que a intervenção vai demorar duas, três semanas, mas a empresa já está lá a trabalhar", referiu.
Lusa
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Zonas das margens de marina de Salvaterra de Magos permanecem inundadas
Bianca Rocha
JornalistaSeguir Autor:
Homem engolido por cratera aberta no chão no Algarve
Um homem caiu para dentro de um buraco que se abriu no chão na zona da Senhora da Rocha, no concelho de Lagoa.
Segundo o CM apurou, a vítima tem 68 anos e estava a caminhar numa zona que dá acesso à praia da Senhora da Rocha quando o piso abateu devido ao excesso de água no solo.
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Rui Pando Gomes
JornalistaSeguir Autor:
Um total de 56 mil clientes da E-Redes sem energia pelas 08h00
Um total de 56 mil clientes da E-Redes continua sem abastecimento de energia elétrica em Portugal continental devido aos danos provocados pelo mau tempo na rede de distribuição, informou esta a empresa.
Num balanço feito às 08:00, a empresa indicou que "estão por alimentar cerca de 48 mil clientes na zona da depressão Kristin".
Lusa
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