A entrevista de Pedro Nuno Santos à SIC Notícias, na terça-feira, mostrou-nos um líder socialista sem discurso, sem argumentos, sem ideias e sem rumo. O autodenominado homem de ação apareceu sem reação. Parece não saber, inclusivamente, para que lado vai conduzir a sua campanha eleitoral, se é que a vai conduzir ou vai ser conduzido por ela, ao sabor do momento e do acaso. O slogan que já está nas ruas, “Pronto para Portugal”, cheira a 'focus group' a léguas: Pedro Nuno precisa de vender em mês e meio o que não conseguiu convencer em quase ano e meio. Que está preparado para governar e que tem capacidade e competência para ser melhor primeiro-ministro do que Luís Montenegro. O facto é que as pessoas não lhe reconhecem nem preparação, nem capacidade, nem competência. E já agora, confiança e responsabilidade. Não é fácil apagar do currículo uma demissão do governo por manifesta falta daqueles atributos. Se foi um ministro sofrível, como convencer-nos de que será um ótimo primeiro-ministro? Impossível.
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A estratégia delineada no PTRR é inatacável.
Será uma tarefa longa, demorada, como já se percebeu.
Há quem julgue que criticar por criticar dá tecto às pessoas.
Fazemos parte de uma realidade muito mais lata e complexa.
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