Há cada vez mais gente a citar a frase de Madame de Sévigné, escritora do século XVIII: “Quanto mais conheço os homens, mais gosto dos cães.” É uma frase gira, se feita para chatear os vizinhos. Levada à letra, vê-se logo que quem acha isso nunca atravessou o oceano com um tigre. Ou nunca tentou (erro meu, hoje tenho um mamilo a menos) pegar ao colo num crocodilo bebé. Por mim, prefiro este humilde provérbio que eu próprio inventei: “Quanto mais conheço os gatos, mais gosto de gatos.” Além de ter sido inventado por uma pessoa que muito aprecio, é um ditado honesto, direto, verdadeiro e não ofende ninguém. Coitadinhos dos humanos, nos últimos tempos apanhamos pancada de todo o lado: ele é vírus, cheias, terramotos, ele é guerra, inflação, especulação, ele é taxas de juro, crise da habitação, criptomoedas, aplicações no telemóvel, unicórnios embalsamados. E, agora, de novo a ameaça dos bancos. Por enquanto só americanos, mas já parece haver internacionalização.
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