Coisas que o tempo devora: o encontro com os outros, por exemplo. Estávamos num jantar carioca (Lúcia Guimarães no intervalo de nova-iorquina, Luciana Villas-Bôas – que viria a ser minha editora no Brasil –, Olívia Hime, Ana Lúcia, Sérgio Augusto, de que tinha acabado de ler ‘Lado B’ e o maravilhoso livro sobre o Botafogo (’Entre o Céu e o Inferno’), etc.) e de repente ele entra.
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As superpotências estão mais frágeis e os conflitos mais imprevisíveis.
Todos estão insatisfeitos, preocupados, escandalizados ou em torpor profundo.
Na literatura, por exemplo, é muito raro encontrar novos autores que não estejam marcados pelo ferrete da vitimização e da queixinha.
Retratista único, Goya é um dos génios de Espanha e da Europa.
Trump, afinal, pode ser contrariado. O seu poder tem limites.
A democracia não se defende só com o apelo a tradições e liturgias de há 40 anos.
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