Basicamente, se nada se alterar, são 28 debates – desde ontem até ao próximo dia 22 de dezembro, às portas do encerramento de hostilidades para o Natal. Por mim penso ver dois ou três, na melhor das hipóteses, mas acredito que os leitores desta coluna são mais otimistas do que eu quanto ao futuro da pátria e alguns são capazes de preferir um debate a uma transmissão de hóquei em campo ou pelota basca. Mas prevejo que quem acompanhar os debates para se esclarecer vai cair num profundo estado de coma ou de stress – do qual também só recuperará um mês depois, já com as eleições decididas. Há sequelas graves (insisto em “sequelas”) após os debates: a atribuição de notas, os soporíferos confrontos entre apoiantes mascarados de comentadores, a visita às redes sociais, as sondagens, as reportagens sobre o abastecimento de bacalhau para a consoada ou sobre o fecho das estradas para a Serra da Estrela. Temo, porém, que não seja suficiente e que não fiquemos esclarecidos. Proponho que de 2 a 16 de janeiro haja nova ronda.
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