A esquerda radical chique e o que ainda resta da quinquilharia estalinista temem ficar em estado de triste viuvez. Só isso explica a brandura com que acolhem os argumentos da ditadura teocrática de Teerão, bem como o silêncio que dedicam aos números das vítimas dessa ditadura, e que se aproximam dos 40 mil. Só isso explica que, no Parlamento Europeu, se tenham abstido ou chumbado um protesto contra a violência sobre civis iranianos. A par deste alinhamento senil, ou da cumplicidade das televisões acerca destes assassínios, há outros silêncios embaraçados e vexantes. Desde logo, o do secretário-geral da ONU, que se choca com intermitente reverência; depois, o da generalidade das feministas de esquerda, de lencinho sobre os ombros, a quem não se ouviu uma palavra em defesa das mulheres que, em Teerão, lutam contra a misoginia, o terror e o repelente machismo dos aiatolas. Estas coisas não são novas. Confirmam uma agonia da mais simples humanidade e a indigência da agenda da esquerda anti-europeia. Convém tomar nota.
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Só isso explica que, no Parlamento Europeu, se tenham abstido ou chumbado um protesto contra a violência sobre civis iranianos.
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Que pena as nossas escolas serem surdas – a Mozart e ao transcendente que ele nos dá a respirar, como uma tentação de eternidade, sentido de humor e talento puro. Nem é preciso explicar.
Com Trump, o optimismo é ingénuo. O bully parece imparável - até que o que o param.
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