Houvesse ensino da música nas nossas escolas e hoje haveria festa em nome de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), que nasceu há exatos 270 anos. Nem seria preciso “ensino da música” com toda a formalidade, nem é necessário que seja um pólo de “ensino artístico”; bastaria que, uma vez por outra, a escola se preocupasse com a música, por exemplo – e levasse os alunos a ouvir W. A. Mozart, com ou sem solenidade. Acredito que algumas o façam; eu tive essa sorte no meu velho liceu, onde o professor – o maestro Ferreira Lobo – não se limitava a orquestrar exercícios de “canto coral”, e nos surpreendia com discos na aula. As “condições” eram piores do que hoje, mas ouvíamos Bach, uma sinfonia de Beethoven, um pouco de Shostakovich ou Dvorák, uma gracinha de Schubert. E Mozart, claro, uma espécie de enciclopédia do nosso gosto clássico. Que pena as nossas escolas serem surdas – a Mozart e ao transcendente que ele nos dá a respirar, como uma tentação de eternidade, sentido de humor e talento puro. Nem é preciso explicar.
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