O mistério dos livros desaparecidos, perdidos ou pura e simplesmente destruídos é sempre fonte de grande literatura (ou de futura literatura). De Eurípides, o autor de ‘Medeia’ ou ‘As Troianas’, sabemos que se perderam (total ou parcialmente) cerca de vinte peças suas; de Sófocles, o criador de ‘Antígona’, ‘Electra’ e ‘Édipo-Rei’, a lista é imensa, bem como de Ésquilo. De Aristóteles, Umberto Eco (‘O Nome da Rosa’) tornou famoso o seu perdido segundo livro da ‘Poética’, dedicado à comédia; e há ainda os casos do próprio Júlio César, de Cícero, do Antigo e do Novo Testamento; de Shakespeare, Milton, William Blake, Melville, Mark Twain, Rimbaud – ou as memórias de Byron (na verdade destruídas pelos herdeiros). Isto para não mencionar a música e o extraordinário número das obras efetivamente perdidas de Bach.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.
As superpotências estão mais frágeis e os conflitos mais imprevisíveis.
Todos estão insatisfeitos, preocupados, escandalizados ou em torpor profundo.
Na literatura, por exemplo, é muito raro encontrar novos autores que não estejam marcados pelo ferrete da vitimização e da queixinha.
Retratista único, Goya é um dos génios de Espanha e da Europa.
Trump, afinal, pode ser contrariado. O seu poder tem limites.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos