O quadro bucólico que ilustra este meu texto mereceria esse título – ‘O morgado e a serviçal’ – em homenagem aos dois convidados do último programa de Ricardo Araújo Pereira (RAP). Tinha anunciado na semana passada que lhe dedicaria umas linhas e aqui estão elas. Começo com uma advertência: não escrevo aqui sobre RAP, mas sobre o seu programa. Considero o autor e protagonista um hipertalentoso, versátil e dotado comunicador e humorista e não farei aqui a sua avaliação para além dessa adjetivação.
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