Paris acordou em choque e as ondas provocadas pelo assalto ressoaram pelo mundo inteiro. O mais conhecido museu, o mais frequentado, o verdadeiro coração da França foi violado. E da maneira mais simples. Os ladrões usaram um elevador para lavar janelas no exterior. Abriram uma janela e com ajuda de um berbequim furtaram joias de rainhas e princesas com um descaramento extraordinário. Tornaram a descer pela máquina, pegaram em motas e dissolveram-se no trânsito de Paris que, àquela hora da manhã, não é próprio para cardíacos. O ministro da Cultura considerou que a França foi humilhada por aquele assalto e Macron veio com a lata do costume, garantindo que darão caça aos ladrões até ao dia do juízo final. Pouco importa. A verdade é que quatro indivíduos, sem violência, iludiram todos os circuitos de proteção e com inteligência e manha violaram o Louvre sem pena e sem agravo. Funcionários, seguranças, sistemas de videovigilância não aguentaram a criatividade daqueles quatro homens. Uma casa fechada a sete chaves. Bom, agora resta pôr trancas à porta. E não esquecer que a inteligência humana supera qualquer brinquedo tecnológico de vigia.
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