Em 2016, um padre francês foi degolado durante a missa dominical. O seu nome era Jacques Hamel, tinha 84 anos, e já ninguém se lembra disso: o terrorismo islamita não está na moda. Se o padre Hamel fosse negro e se tivesse sido assassinado por um agente da polícia, como aconteceu com a morte bárbara de George Floyd nos EUA, haveria discussão séria e sublevação civil durante dias, semanas, meses. Como o senhor era branco e, pior, católico, o caso foi tratado como um delito comum.
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