No livro ‘Viagens aos Confins do Comunismo’, conjunto de reportagens aos ‘paraísos’ socialistas antes da queda do Muro, o ensaísta Theodore Dalrymple deixou uma observação que nunca mais esqueci: os seus ‘camaradas de viagem’, genuínos comunistas em peregrinação política, tinham por hábito rir-se da crueldade. O humor deles era uma mistura de desumanidade e ódio.
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Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
Desde Carlos I, em meados do século XVII, que um membro da família real não conhecia as agruras do cárcere.
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