De quem é a culpa da crise política? Do Passos ou do Sócrates? Inclino-me para Sócrates. Ou, melhor dizendo, para o professor de filosofia que António Costa teve no liceu e que lhe citou a frase socrática: ‘Só sei que nada sei’.
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Com os detidos no dia da greve geral, ficamos a saber que os mesmos ‘estão bem integrados na sociedade’.
O liberalismo português, de facto, não tem vida fácil.
Greves na véspera de um feriado, seguido por uma ‘ponte’ com acesso directo a um fim-de-semana servem para dar descanso ao sector público.
O subsídio chega pontualmente sem exigir o incómodo de procurar trabalho. Serei o único a testemunhar estes incentivos perversos?
Se Montenegro é uma ‘cópia’ de Ventura - na imigração, por exemplo -, isso devia merecer um aplauso de Passos, não uma crítica.
O PS não tinha nada a ver com Sócrates. Aliás, mal o conhecia.
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