Fernando Medina disse de Sócrates o que Maomé não disse do toucinho. Porque vai a votos em breve? Seguramente. Mas as palavras de Medina não são mera estratégia eleitoral a curto prazo. O homem pensa a longo prazo: na hora de se candidatar à liderança do PS, Medina poderá ostentar a medalha do anti-socratismo.
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Se Viktor Orbán perder hoje as eleições na Hungria, a Europa está salva.
Dizem que Trump está louco. Não está: usa a retórica de um alienado para que o mundo acredite que é capaz de tudo – até do impensável nuclear.
Por que motivo haveria de ser diferente no Tribunal Constitucional, se os socialistas também tivessem um lugar à mesa?
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
Foi preciso muito detergente, nas revisões posteriores, para limpar estas manchas.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
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