A tradição dos czares de liquidarem colaboradores tornados inimigos por métodos mais ou menos rocambolescos vem de longe na Rússia. Fomos vendo os antigos amigos de Putin serem convenientemente suicidados, mas já Estaline se tinha aplicado a executar com sistema os ‘velhos bolcheviques’ (Trotsky, Kirov, Bukharin, Kamenev, etc.), sendo que ainda hoje se discute se o próprio Estaline não terá sido depois envenenado, ou pelo menos deixado a morrer durante três dias, enquanto Beria (o seu ‘Himmler’, digamos assim) foi executado logo a seguir. E também há histórias do género vindas do tempo do czarismo propriamente dito. Isto tem que ver com a natureza da Rússia enquanto último império euro-asiático. Um país assim não se governa com as delicadezas ocidentais.
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Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
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