A tradição dos czares de liquidarem colaboradores tornados inimigos por métodos mais ou menos rocambolescos vem de longe na Rússia. Fomos vendo os antigos amigos de Putin serem convenientemente suicidados, mas já Estaline se tinha aplicado a executar com sistema os ‘velhos bolcheviques’ (Trotsky, Kirov, Bukharin, Kamenev, etc.), sendo que ainda hoje se discute se o próprio Estaline não terá sido depois envenenado, ou pelo menos deixado a morrer durante três dias, enquanto Beria (o seu ‘Himmler’, digamos assim) foi executado logo a seguir. E também há histórias do género vindas do tempo do czarismo propriamente dito. Isto tem que ver com a natureza da Rússia enquanto último império euro-asiático. Um país assim não se governa com as delicadezas ocidentais.
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