Como todos os anos, mal acabam os fogos, acaba também a discussão que, enquanto duravam, toda a gente dizia ser a mais importante do país. Agora, já toda essa gente se virou para a bola, as presidenciais, a rendição do Governo ao fascismo, a educação sexual para a cidadania, Trump como activo soviético ou a flotilha para Gaza. Nada de novo, portanto. A diferença este ano é que há eleições autárquicas daqui a um mês e o tema dos fogos deveria ser incontornável. Nas autarquias, claro, tentando saber se têm usado os recursos à sua disposição da melhor forma: têm trabalhado a prevenção ou preferido o combate, por ser mais fácil e espectacular? Têm contribuído para o bom ordenamento do território que administram ou, ao invés, para a sua desertificação? Têm sabido usar políticas de atracção de investimento (agrícola, industrial, turístico, de serviços...) que ajude a combater o problema? Todos percebemos qual é aqui a questão: os incentivos dos candidatos autárquicos estão alinhados com a conquista de votos nas cidades e vilas. Nesta perspectiva, a oferta de empregos públicos, por exemplo, é uma grande tentação, mesmo se de limitada utilidade social. Porque há o interior do país e, depois, há o interior do interior.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
As constituições são, entre outras coisas, feitas para durar. Revê-las profundamente pode significar acabar com elas
Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos