Dizem as sondagens que continua o empate nas eleições presidenciais americanas de amanhã, embora agora com tendência ascendente para Donald Trump. Excepto se houver uma derrocada surpreendente de um dos lados, tudo deverá decidir-se então em pormenores: se votam mais ou menos mulheres, mais ou menos jovens, se árabes, ‘latinos’ e negros mudam alguma da sua fidelidade histórica aos Democratas (como já os operários do ‘Midwest’ antes fizeram). E os pormenores importarão sobretudo nos estados ditos oscilantes (‘swing states’). Nesse caso, talvez não seja já amanhã que tudo se decide, prevendo-se semanas de contagens, recontagens e queixas nos tribunais.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
O PR vai ser fundamental para encaixar as mudanças no sistema, não para as exacerbar.
Presidente da República não é chefe de facção, mas um poder moderador; intervém para equilibrar mecanismos políticos.
Comentar coisas na televisão não é suficiente para cativar votantes. Não é Marcelo quem quer
Afinal a globalização serviu para a sobrevivência e reforço dos regimes autoritários.
Para o bem e para o mal, a política externa de Trump ameaça ser a mais consequente desde Wilson, Truman e Reagan.
Seria fundamental que Mendes e Seguro passassem à segunda volta. Não entusiasma? Pois, mas é o que temos.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos