Dizem as sondagens que continua o empate nas eleições presidenciais americanas de amanhã, embora agora com tendência ascendente para Donald Trump. Excepto se houver uma derrocada surpreendente de um dos lados, tudo deverá decidir-se então em pormenores: se votam mais ou menos mulheres, mais ou menos jovens, se árabes, ‘latinos’ e negros mudam alguma da sua fidelidade histórica aos Democratas (como já os operários do ‘Midwest’ antes fizeram). E os pormenores importarão sobretudo nos estados ditos oscilantes (‘swing states’). Nesse caso, talvez não seja já amanhã que tudo se decide, prevendo-se semanas de contagens, recontagens e queixas nos tribunais.
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Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
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