Faltam menos de duas semanas para as eleições Autárquicas e o “país político” continua a consumir-se com tudo menos com elas. Prefere falar das Presidenciais, do galopante fascismo na América ou da evanescente Flotilha Sumud. E no entanto as autárquicas são talvez as eleições mais importantes depois das legislativas: os grandes partidos são grandes em boa medida porque controlam dinheiro, posições e mecanismos de voto locais. Acresce que a elusiva “leitura nacional”, sempre uma angústia para os comentadores, está garantida pelas circunstâncias.
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Comentar coisas na televisão não é suficiente para cativar votantes. Não é Marcelo quem quer
Afinal a globalização serviu para a sobrevivência e reforço dos regimes autoritários.
Para o bem e para o mal, a política externa de Trump ameaça ser a mais consequente desde Wilson, Truman e Reagan.
Seria fundamental que Mendes e Seguro passassem à segunda volta. Não entusiasma? Pois, mas é o que temos.
O Presidente tem um poder discricionário fundamental, o qual é o de dissolver o parlamento.
A discrepância dos resultados sobre a adesão à greve é demasiado ridícula para merecer comentário.
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