Faltam menos de duas semanas para as eleições Autárquicas e o “país político” continua a consumir-se com tudo menos com elas. Prefere falar das Presidenciais, do galopante fascismo na América ou da evanescente Flotilha Sumud. E no entanto as autárquicas são talvez as eleições mais importantes depois das legislativas: os grandes partidos são grandes em boa medida porque controlam dinheiro, posições e mecanismos de voto locais. Acresce que a elusiva “leitura nacional”, sempre uma angústia para os comentadores, está garantida pelas circunstâncias.
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As constituições são, entre outras coisas, feitas para durar. Revê-las profundamente pode significar acabar com elas
Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
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