A guerra de Gaza continua a precisar de alguma disciplina de interpretação. As acusações de genocídio lançadas a Israel e as comparações com o Holocausto são meros instrumentos de alívio de consciência ou então de desonestidade. Desde logo, lembram a famosa lei de Godwin, segundo a qual a probabilidade de analogias com o nazismo tende para 100% em qualquer discussão política. E quem as produz sabe que são falsas ou então revela ignorância, mas vivendo sempre da ignorância de muitos que as ouvem. Por exemplo, sabe-se agora que as crianças esqueléticas das capas de jornais nas últimas semanas não sofriam de fome, mas de doenças dando-lhes aquela aparência. O New York Times veio disfarçadamente pedir desculpa depois, mas a legitimação do paralelo com o Holocausto ficou feita, com profundo desrespeito por todos: as próprias crianças e família, os palestinianos em geral, os israelitas, as vítimas do Holocausto, os leitores, a verdade, etc., etc.
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Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
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É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
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