A notícia passou como uma irrelevância, mas o abandono da política de Covid-zero pela Nova Zelândia, enquanto atravessa um surto, é o grande símbolo do desastre que representaram as políticas de combate à doença na maior parte dos países. Durante ano e meio, o covidismo matraqueou-nos com o sucesso neozelandês, um país que em 2020 aplicou um confinamento semelhante ao de outros países, fechou-se radicalmente ao mundo, atribuiu poderes arbitrários à polícia (que pode entrar em casas e empresas sem mandado) e montou uma distopia de vigilância electrónica para controlar os casos. A fantasia atingiu o cume em Outubro de 2020, quando a primeira-ministra proclamou a erradicação do vírus. A partir daí, o jornalismo covídico não parou de mostrar uma ilha utópica de pessoas livres e saudáveis, enquanto o resto do mundo refocilava em doença e restrições.
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Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
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