Mal o avião do Papa levantou voo de Lisboa, logo os ecrãs de televisão substituíram as imagens hipnóticas da juventude católica em festa pelas não menos hipnóticas imagens de Portugal a arder. Eis um rápido regresso à realidade. Tende a falar-se dos fogos como uma catástrofe, seguindo-se de imediato críticas à falta de policiamento para evitar o fogo posto, à falta de limpeza da floresta ou de meios para combater os incêndios. Mas os fogos são sobretudo sinal de uma enorme mudança económica, social e, por aí, paisagística.
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A arma do Estreito de Ormuz tem limites. O Irão precisa tanto (ou mais) dele aberto como o mundo.
As constituições são, entre outras coisas, feitas para durar. Revê-las profundamente pode significar acabar com elas
Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
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