Para assinalar 49 anos do 25 de Abril, o jornal ‘Público’ produziu uma peça intitulada ‘Éramos assim absurdos em 1974’, glosando Vasco Pulido Valente (VPV), no artigo ‘Éramos assim absurdos em 1963’. Ocorre que este artigo é ele próprio uma glosa da ‘Correspondência de Fradique Mendes’, de Eça de Queirós, onde se diz: ‘Éramos assim absurdos em 1867’. A graça de VPV e Eça estava na auto-ironia, mostrando quão risíveis eram tanto a oposição ‘intelectual’ ao salazarismo como as vanguardas literárias do século XIX. A peça do ‘Público’ não era auto-irónica, mas de ‘denúncia’ do fascismo. Teria mais graça se aplicada a descrever como somos absurdos em 2023.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos