Já se sabe que a vitória de Donald Trump deverá ter consequências para a capacidade de a Ucrânia continuar a combater a Rússia. Embora o próprio Trump não tenha feito declarações claramente ameaçadoras sobre o apoio à Ucrânia durante a campanha eleitoral, o seu filho escreveu há dias um post no Instagram dedicado a Volodymyr Zelensky avisando-o de que ‘a mesada está a acabar’. Isto enquanto aquela que deverá ser a nova directora dos serviços secretos, Tulsi Gabbard, mostra simpatias pela Rússia, e grande parte dos representantes e senadores republicanos no Congresso querem acabar com o apoio americano à Ucrânia.
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O PR vai ser fundamental para encaixar as mudanças no sistema, não para as exacerbar.
Presidente da República não é chefe de facção, mas um poder moderador; intervém para equilibrar mecanismos políticos.
Comentar coisas na televisão não é suficiente para cativar votantes. Não é Marcelo quem quer
Afinal a globalização serviu para a sobrevivência e reforço dos regimes autoritários.
Para o bem e para o mal, a política externa de Trump ameaça ser a mais consequente desde Wilson, Truman e Reagan.
Seria fundamental que Mendes e Seguro passassem à segunda volta. Não entusiasma? Pois, mas é o que temos.
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