BE e PCP, por dever de oposição, criticam o Orçamento do Estado para 2024 (OE 24), mas não há nada mais parecido com o OE 24 do que os OE que aprovaram durante a ‘geringonça’. Trata-se de ‘devolver’ rendimento à dita ‘classe média’ e pensionistas, na altura sobretudo pela reposição dos subsídios de férias e Natal, agora através dos impostos directos (IRS) e dos aumentos de pensões. Trata-se também de compensar a perda de receita e o crescimento de despesa com o aumento dos impostos indirectos (IVA, produtos petrolíferos, tabaco...) e o subfinanciamento dos serviços públicos, pelo aumento abaixo da inflação dos salários dos funcionários mais qualificados (médicos, professores, juízes...), penalizando sobretudo os grandes serviços, Saúde e Educação. À época, compensou-se ainda com enormes quedas do investimento público (seja orçamentado, seja executado), onde grande papel coube às famosas ‘cativações’. Tudo para chegar a pequenos défices ou mesmo excedentes. Que isto fosse então visto como a ‘queda dos restos do muro de Berlim’ fica com quem gosta de ‘spin’ político.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
A arma do Estreito de Ormuz tem limites. O Irão precisa tanto (ou mais) dele aberto como o mundo.
As constituições são, entre outras coisas, feitas para durar. Revê-las profundamente pode significar acabar com elas
Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos