Omodelo económico do governo falhou? Oposição e comentadores dizem que sim e os números sustentam a tese. Crescimento económico? Investimento? Exportações? Não vale a pena bater no cadáver: a devolução de rendimentos não ressuscitou a economia pátria.
Acontece que o ‘modelo’, se merece o nome, nunca foi propriamente económico. Foi um modelo político destinado a comprar o apoio da extrema-esquerda. Nessa perspectiva, o ‘modelo’ resultou na perfeição. Até porque, economicamente falando, existe sempre um outro ‘modelo’, com grande tradição entre nós: ir ao bolso da classe média (directa ou indirectamente) para compensar as contas que não batem certo. Como se verá. No fundo, temos um primeiro-ministro que o país não elegeu; mas que todos sustentamos para que ele possa sobreviver politicamente. Portugal não tem preço. Ou tem, mas a conta é para a mesa do costume.
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Fernando Mamede é o oposto deste tempo ruidoso em que todos os medíocres têm uma confiança ilimitada nos seus nulos préstimos.
Até chegarmos ao primeiro-ministro, capa e collants, a esvoaçar sobre um país em emergência permanente.
Aproveitar o embalo para crescer eleitoralmente e tentar ultrapassar os quase 2 milhões de votos que Montenegro obteve nas últimas legislativas.
O bully pode parecer imparável - até ao dia em que alguém o pára.
Não levo a sério estes defensores intermitentes da liberdade de expressão.
O apoio do centro-direita à sua vitória não está em causa.