Os residentes foram avisados pelo primeiro-ministro israelita: saíam daí! Não se sabe bem como, nem para onde. Saiam da Cidade de Gaza, porque vai ser tudo esmagado. Tudo. Mesmo se ao lado houver hospitais. Ou escolas. Ou casas cheias de famílias. Saiam, se conseguirem.
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O Estado hesita, e nessa hesitação perde-se algo essencial: a ideia de que a lei não é decorativa. Porque a Justiça que tarda não é apenas injusta - é perigosa.
Mariana provou que a justiça não é para todos.
Quem é chamado a gerir o que é de todos deve aceitar sem reservas o escrutínio.
Enquanto o debate público insistir na culpa da vítima e não na responsabilidade coletiva, continuaremos a falhar - às mulheres, às crianças e à própria ideia de justiça.
Quando estão em causa políticos, a prioridade deveria ser sempre a clareza, a confiança e a responsabilização.
Quando uma decisão de inconstitucionalidade acontece, o debate devia a ser outro.
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