A Grande Lisboa viveu mais uma noite de sangue: dois mortos, um ferido grave e outros três baleados. Em Cascais, tudo começou com uma discussão banal. Nos outros casos, o padrão repete-se - tráfico de droga, negócios falhados, dívidas, vinganças. Há quem prefira culpar a imigração, como se a violência tivesse passaporte. Mas reduzir o problema a esse debate é tão desonesto quanto inútil.
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Tudo fará para anexar a Gronelândia.
Convém não perder de vista o essencial - Ventura saiu vencedor no domingo e o seu objetivo é chegar a primeiro-ministro.
Em Portugal diz-se que é o fado, mas esta degradação do Serviço Nacional de Saúde não é destino, não é azar, nem fatalidade: é política pública.
Agora, se tudo não passar de uma farsa, a sensação de impunidade será ainda mais destruidora.
E, no fim, todos dirão que as sondagens falharam - menos as que acertaram.
Falhou o homem. Falhou o tempo. Falhou a vida. Será que não falhou nada mesmo?
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