Gouveia e Melo entrou no cenário político com um rótulo que parecia tanto um desafio quanto uma armadilha: “antissistema”. Mas será que é? Ou apenas usa o termo como um truque retórico, na tentativa de se distanciar dos políticos tradicionais, enquanto caminha de braço dado com figuras como Rui Rio? No imaginário coletivo, era o herói da vacinação, o símbolo da luta contra a pandemia, a promessa de uma política sem corrupção. À medida que a corrida eleitoral avança, fica claro que a sua popularidade não é suficiente para lhe garantir o sucesso. A mensagem carece de profundidade e as intenções de voto começam a murchar. Sem proposta clara e estratégia convincente, corre o risco de ficar para trás, derrotado por nomes como Ventura e Cotrim, figuras com base de apoio sólida. O tempo está a esgotar-se para Gouveia e Melo que só era favorito antes de a corrida ter começado.
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E, no fim, todos dirão que as sondagens falharam - menos as que acertaram.
Falhou o homem. Falhou o tempo. Falhou a vida. Será que não falhou nada mesmo?
A justiça transforma-se num espetáculo de paciência infinita.
Não é só uma decisão judicial; é uma mensagem social.
O Estado hesita, e nessa hesitação perde-se algo essencial: a ideia de que a lei não é decorativa. Porque a Justiça que tarda não é apenas injusta - é perigosa.
Mariana provou que a justiça não é para todos.
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