Em menos de dez minutos de grandes penalidades, o sonho terminou ontem para Portugal. A nossa seleção merecia mais, mas foi traída nas ‘horas extras’. Caímos de pé, à conta de uma falha de João Félix, que carrega agora nos ombros o peso de falharmos este Euro 2024, na Alemanha. A seleção nacional era uma das favoritas à vitória neste campeonato, mas tropeçou nos quartos de final frente à França. Não conseguimos a proeza de 2016, mas acreditámos até ao fim. O rosto de desânimo de Cristiano Ronaldo é o de milhões de portugueses que se uniram por esta Seleção, talvez a mais forte das últimas gerações. Cristiano e Pepe são o exemplo da resistência até ao último minuto. Aguentaram jogos de 120 minutos, num Europeu que foi possivelmente o último para ambos. Adeptos portugueses abandonaram ontem em lágrimas o estádio onde Portugal perdeu a esperança e onde o sonho terminou.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
A Saúde tem oscilado ao sabor dos ciclos eleitorais.
Há sinais subtis que podem significar mais do que parecem.
Matar na rua americanos, brancos, de classe média? Não é aceitável...
O que mais me entristece é que, nos próximos cinco ou dez anos, vou deixar de lhe poder chamar Tozé.
Não pensem nas confrontações políticas do costume. Há muita gente que ficou sem nada.
O Governo tem de alterar esse Estado falhado que se mostra depois de cada tragédia.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos