Não cativa os adeptos como as polémicas com a arbitragem, mas os direitos audiovisuais têm enorme importância para os clubes entre os temas extra-relvado. Simplesmente porque aquilo que for determinado no âmbito da centralização vai ter impacto na competitividade das equipas em campo. Internamente, a Liga tem vários problemas para resolver. Desde logo é preciso tornar o campeonato mais atrativo. Só assim será possível amenizar a desvalorização galopante do montante que os operadores estão dispostos a pagar. Até porque não há uma noção exata do que pode render a própria transmissão dos jogos (o que se passar em França, onde a Ligue 1 criou um canal para passar os jogos, será elucidativo). Mas, acima de tudo, é preciso definir uma chave de repartição da receita. O que implica convencer os grandes a perderem (muitos) milhões. Paralelamente, a remodelação dos quadros competitivos, com uma mais que provável redução do número de equipas no principal escalão, é outro bico de obra. Além de tudo isto, externamente, a Liga terá de ultrapassar as resistências da Autoridade da Concorrência, que não são despiciendas. Mas sobre isso convido os leitores a lerem a revista 'Domingo' de amanhã.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Da abordagem competitiva a uma prova mais longa à irascibilidade de Trump, tudo é possível.
Excedente de 2058,6 milhões é bom para o País e perigoso para o Governo.
Sonho do título e da Champions dependem muito da eficácia do português.
Alguém tem de colocar ordem no futebol português.
Falta de interesse nas eleições do Sporting é taxativo.
Só a proximidade das eleições no Sporting explica o ataque nervoso a Villas-Boas.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos