Um estudo recente do ICS/Universidade de Lisboa informa que 63% dos portugueses não dizem que não a um líder político autoritário. Não interessa se esse líder vem da caserna – ou, prolongando uma tradição muito nossa, das altas esferas do saber (já tivemos dois no século XX, importados da universidade). O que interessa é que governe com mão de ferro, sem prestar contas ao Parlamento e aos eleitores.
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O PS tem aqui uma oportunidade única para fazer prova de vida contra o governo.
A saída de Rita Rato da direcção do Museu do Aljube é a discussão errada. A discussão certa seria saber como foi que Rita Rato lá entrou.
Ainda teremos saudades da velha teocracia iraniana.
O estilo lúdico de Marcelo é o melhor de Marcelo: num país ‘engravatado todo o ano e a assoar-se na gravata por engano’, terei saudades deste jogral.
Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
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