Há uma certa histeria no ar com as eleições em Espanha. O PP, provável vencedor, pode levar a direita radical para o poder? Pode. Mas é preciso relembrar, antes de começarem os achaques, que foi Pedro Sánchez quem encostou Núñez Feijóo à parede ao recusar o ‘pacto de regime’ que o líder dos populares lhe propôs. Segundo esse pacto, o partido perdedor viabilizaria o governo minoritário do partido vencedor, evitando casamentos com os extremos. Entre nós, tenho a certeza que o PS jamais faria tal coisa se o PSD viesse com a mesma conversa. Aliás, se bem conheço o dr. Costa, já o estou a ver, raladíssimo com o fascismo de ‘nuestros hermanos’, a redigir pelo próprio punho esse documento salvífico para afastar o dr. Montenegro das más companhias. As nossas eleições ainda vêm longe, mas adiantar serviço nunca fez mal a ninguém.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Não vale a pena fingir que a captura de Nicolás Maduro se fez em nome do combate ao narcotráfico.
Mas, para temperar a retórica grandiloquente do governo, um pouco de realismo não fica mal a ninguém.
Mudar de calendário nem sempre é mudar de vida.
Nunca levei a sério as mensagens natalícias de quem nos governa.
Gouveia e Melo revelou impreparação e prepotência, dois vícios de forma que não o recomendam para o cargo. Marques Mendes não conseguiu dissipar a sombra de ‘facilitador de negócios’.
Melhor pedir contas às lideranças europeias que se foram rendendo aos ditames do fanatismo.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos